O que é mais excitante na profissão de jornalista? A emoção de ser repórter e estar na rua cobrindo algo? Saber que está passando uma notícia e fazendo um ato para a sociedade? Saber ler e interpretar os diferentes meios e as diferentes mensagens? O calor da redação? As conversas até altas horas sobre o trabalho?
Não sei. Ainda não sei. Talvez nunca saberei. Mas, uma coisa é certa, a vida de jornalista é a mais interessante e uma das que mais vale a pena ser vivida (para mim), já que segundo Aristóteles, a vida ideal está em cada um. Fazendo uma reflexão sobre o pensamento desse filósofo grego, é simples dizer que o meu ideal de vida é ser jornalista.
Assim vejo todos meus amigos e colegas jornalistas, lutando por um ideal comum, cada um na sua “editoria”, é verdade, mas o bem maior é muito parecido.
Portanto, posso dizer que a ideia ideal de vida, justiça, felicidade, e outros adjetivos que posso colocar aqui, é me esforçar para produzir um conhecimento acessível a todos e democrático, para ser comentado e discutido por toda a “pólis”. Pena que nossa imprensa nem sempre faz isso.
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