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segunda-feira, 8 de junho de 2015

ONU condena a violência contra jornalistas

No fim do mês de maio, a Organização das Nações Unidas, por meio de seu Conselho de Segurança, aprovou, em decisão unânime, a resolução que pede maior proteção aos jornalistas que atuam em zonas de conflitos ou guerras. 

A resolução convoca, ainda, os Estados a tomarem medidas que assegurem a responsabilização dos crimes cometidos contra jornalistas, profissionais da mídia e equipe associada, em situações de conflito armado. 

Segundo o documento, o trabalho da mídia livre, independente e imparcial constitui um dos fundamentos essenciais das sociedades democráticas. 

O vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, voltou os olhos às questões e acontecimentos recentes de violência bruta, “Os assassinatos recentes de jornalistas têm recebido ampla atenção em todo o mundo, incluindo a morte brutal de representantes da mídia ocidental na Síria”, disse Eliasson. “No entanto, não devemos esquecer que 95% dos assassinatos de jornalistas em conflitos armados envolvem jornalistas locais, que recebem menos cobertura da mídia”, completa o vice-secretário. 

Na ocasião, Cristophe Deloire, do Repórteres Sem Fronteiras, pediu a criação de um representante especial na ONU, para a proteção dos jornalistas, lembrando que 90% dos crimes contra jornalistas, no mundo, permanecem impunes. 

Foi discutida também a liberdade de imprensa nas áreas conflituosas, que impactam nas atividades e práticas da informação e limitam o fluxo das mídias e meios de comunicação. Tal atitude compromete o Estado de Direito e a democracia, segundo a Organização. 

No site especial da ONU, Segurança de Jornalistas, é possível acompanhar as novidades e ações voltadas para o tema. 

(Com informações das Nações Unidas do Brasil)

sábado, 7 de junho de 2014

Segurança para jornalistas é cobrada pelo Ministério Público de Trabalho


Diante a Copa do Mundo e as constantes manifestações, a segurança dos jornalistas foi foco da reunião entre representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Sindicato dos Jornalistas de Distrito Federal nesta última terça-feira (03).


Alessandro Santos de Miranda, procurador chefe do MPT-DF, está preocupado com o aumento da violência contra jornalistas durante o Mundial e disse que enviou uma notificação recomendatória às empresas de comunicação e afirmou: 

(Imagem: Divulgação)
“O meio ambiente do trabalho compreende o conjunto das condições internas e externas do local de trabalho e sua relação da saúde e segurança dos trabalhadores. É obrigação das empresas jornalísticas o fornecimento gratuito de equipamentos de proteção individual aos comunicadores, além da capacitação para sua perfeita utilização”, explicou Miranda.

Jonas Valente, coordenador-geral do sindicato, afirmou: 
 “Defendemos o direito dos jornalistas se retirarem do local se considerar a cobertura perigosa e que as equipes de TV sejam compostas por cinegrafistas com auxiliares. Nossa prioridade no momento é garantir a segurança dos profissionais, não mediremos forças para isso”.

Caso as medidas não sejam cumpridas, tanto o sindicato quanto o MPT podem ser acionados para tomar providências. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

ONU está preocupada com a segurança dos jornalistas brasileiros



O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic), Giancarlo Summa, disse que a ONU está “extremamente preocupada” com a segurança dos jornalistas brasileiros. O motivo é que já se contam quatro mortes de profissionais nessa área somente esse ano.
“Isso faz do Brasil um dos países mais perigosos do mundo para a imprensa. Segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, entre 2008 e 2012, 22 jornalistas brasileiros foram assassinados. Assim, com os casos deste ano, são 26 mortes”, explicou Summa.

De acordo com o G1, o diretor da Unic afirmou que este número é bem elevado visto que o Brasil não vive um momento de guerra. “É uma evidente tentativa de calar os profissionais desta região conhecidos por reportar crimes não solucionados”, ressaltou.

A ONU já entrou em contato com o Governo Federal para planejar ações que permitam que profissionais trabalhem em segurança.