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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Mudanças x Demissões

Nesta quarta-feira a notícia dos desligamentos de jornalistas da Rede TV foi lançada. 


A crise nacional é o motivo das demissões do canal de televisão. Desta vez, a quebra de contrato foi no núcleo de conteúdo, atingindo Maurício Capela, que ficou por cinco anos na emissora e participou de coberturas da 'Premier League', 'Uefa Europa League', 'Séries A-2', 'Copas Paulistas' e outros campeonatos. A demissão foi anunciada na rede social FaceBook."Eu e a Rede TV encerramos a relação de maneira cordata e civilizada. A quem fica, meus sinceros votos de sucesso", escreveu Capela.

Além do jornalista esportivo, também foram demitidos Ênio Lucciola e Débora Vilalba.

Embora o canal tenha descartado a possibilidade de cortes dentro da empresa por conta do período de crise, os investimentos do "Melhor pra Você", segundo o colunista Flávio Ricco, também foi um dos fatores para que, desde agosto a Rede TV enxugasse as folhas de pagamentos.

Após as demissões, quem assume agora o cargo de chefia de conteudista jornalística e pela redação do canal é Líndice Leão. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Qual cargo mais estável: apresentador ou treinador de futebol?

A crise financeira no nosso país não é das melhores e com isso, alguns apresentadores e técnicos de futebol estão sendo demitidos em pouco tempo de trabalho. 

O caso mais recente no mundo do esporte foi o ex-treinador do Internacional Paulo Roberto Falcão que ficou menos de 30 dias e treinou a equipe gaúcha em cinco jogos. 

Já no mundo televisivo também temos o caso do Luciano Faccioli, que acabou sendo dispensado pela Rede TV e por lá apresentou o programa Olha a Hora cerca de três meses.

Outro destaque foi o jornalista Geraldo Luis que desabafou, ao vivo, no seu programa dominical (Domingo Show), porque a matéria que estava sendo exibida foi interrompida por causa da votação do Impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. No dia seguinte foi afastado da Rede Record e depois de um mês acabou voltando na sua antiga função.

Uma pesquisa feita pela Volt Data Lab de 2012 até 2015, mostra que foram demitidos 1.433 jornalistas como demostra o gráfico abaixo:




quarta-feira, 1 de junho de 2016

Jornalistas são dispensados após atraso em pagamento de salário

A imprensa brasileira está sofrendo profundamente com as consequências das crises econômica e política do País.

Nesta última semana, mais demissões ocorreram no Brasil, e cerca de nove profissionais dos jornais "O Dia" e "Meia Hora" perderam os empregos. 

Segundo informações do Portal Comunique-se, antes das dispensas ocorridas nos últimos dias, parte da equipe dos periódicos protestou contra os recorrentes atrasos salariais e chegou a ameaçar iniciar uma greve.

A empresa responsável pelos dois jornais é a Ejesa, a Empresa Jornalística Econômico S.A., e até o presente momento, nenhum executivo se pronunciou oficialmente sobre as demissões ocorridas e o enxugamento do quadro de funcionários.

Os jornalistas demitidos têm se dedicado a novos projetos, como escrever em blogs e livros.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Demissões no mercado jornalístico

Os meios de comunicação brasileiros passam por momento complicado. Não bastasse a crise financeira que sofrem (principalmente jornais e revistas), ainda se enfrenta uma crise de valores do conteúdo jornalístico. As coberturas feitas pelas redes de televisão abertão são cada vez mais abusivas e sensacionalistas, com cada vez mais sangue sendo espirrado na tela.

Outros veículos se deixam levar (mais do que deviam) por interesses empresariais, e acabam fazendo com que a qualidade do produto caia.
Alguns acontecimentos dos últimos dias ilustram bem o grande problema que nós, jornalistas, enfrentaremos daqui para frente.


Morte da INFO

A Editora Abril anunciou o encerramento das atividades da versão digital da Revista Info, que tratava de novas tecnologias. Ao todo, 12 jornalistas foram demitidos.

A empresa fez várias demissões em massa nos últimos tempos e ficou proibida pelo sindicato de fazer novamente. O SJSP vai investigar essas dispensas para ver se está dentro da “cota” permitida.

Engana-se quem pensa que a Abril vai perder lucro com o ocorrido. Para manter os contratos comerciais, a empresa vai deixar uma página da Revista Exame com o nome “INFO”, com um repórter, um estagiário e um programador.



Dois lados da mesma moeda

Outra série de demissões aconteceu no jornal O Dia, do Rio de Janeiro. Ao todo, entre 30 e 40 pessoas perderam o emprego nessa que seria a maior crise do meio impresso da história.


Um dos motivos da crise seria o monopólio do Grupo Globo no Estado, o que dificulta a concorrência.

Por outro lado, pesquisa divulgada pelo site Meio & Mensagem acende uma luz no fim do túnel dos jornais impressos. Os cinco maiores jornais brasileiros aumentaram a circulação em comparação com o primeiro semestre do ano passado. Veja os números:

Zero Hora (14%)
Estadão (4%)
Folha de S. Paulo (3,6%)
Super Notícia (1,9%)
O Globo (0,8%).





Mudança de cenário

Demitir jornalistas por conta de crise financeira é ruim, mas fazer isso sem falta de dinheiro é realmente um absurdo. Mas não para os empresários mexicanos do Portal Terra, que demitiu 80% da redação e passa a trabalhar apenas com Releases e pautas de assessorias, sem produção autoral.

Reportagem do Portal Imprensa 




terça-feira, 7 de abril de 2015

O Estadão promove cortes na redação

Foto: Divulgação
Na véspera do Dia do Jornalista, profissionais do Grupo Estadão perderam seus empregos depois que a empresa iniciou processo de cortes em suas redações.

Ao menos quatro jornalistas da versão impressa de O Estado de S. Paulo foram demitidos, sendo dois integrantes do Caderno ‘Divirta-se’, um do ‘Paladar’, além de Jotabê Medeiros, do Caderno 2. De acordo com o Portal Comunique-se, jornalistas e funcionários de outros departamentos também podem ser dispensados.

Os novos cortes acontecem uma semana após o jornalista João Bosco Rabello, colunista e editor de política do Estadão em Brasília, se despedir da empresa.

Para mais informações, clique aqui.

(Com informações do portal Comunique-se)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cresce número de demissões em jornais e emissoras de TV brasileiras

Não é de hoje que se fala sobre a onda de demissões que têm acontecido nas principais mídias brasileiras. Em 2013, 150 profissionais de comunicação e do executivo sofreram com as demissões no Grupo Abril, que precisou remanejar os funcionários em todas as suas publicações. 

Esse ano, a Abril continuou com as demissões.  O site Correio do Brasil noticiou, em maio deste ano, mais dez demissões, que chegaram inclusive ao produto de maior sucesso do grupo, a Revista Veja, que em 2013 possuía média de 1 milhão de venda de exemplares, de acordo com o Observatório da Imprensa.

A ESPN Brasil também realizou cortes em sua redação, em outubro, demitindo cerca de dez jornalistas. A Rádio Estadão demitiu, no mesmo mês, dois apresentadores e um repórter.

Em novembro deste ano, foi a vez do jornal Folha de São Paulo anunciar demissões. Ao todo, 15 profissionais foram despedidos, entre eles dois colunistas renomados da publicação: Eliane Cantanhêde e Fernando Rodrigues. O motivo das demissões, de acordo o Portal Imprensa, é de que “os cortes foram realizados por motivações econômicas”.
As demissões, ao que parece, não ficarão condicionadas às grandes empresas de publicações. 

O colunista Flávio Ricco noticiou, na última segunda-feira (24), que uma média de 200 profissionais, entre eles artistas, trabalhadores terceirizados e prestadores de serviço, podem ser demitidos da TV Cultura, emissora mantida pela Fundação Padre Anchieta, em janeiro de 2015. A demissão, segundo o colunista, seria causada pela situação econômica do país. Esses mesmos funcionários estavam  com os salários atrasados desde o dia 15, esperando uma suplementação da verba do governo paulista, de acordo com a própria TV Cultura. A concretização das demissões, no entanto, ainda não foi confirmada pela emissora.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Jornal Folha de S.Paulo promove novas demissões

A partir de hoje os jornalistas Eliane Cantanhêde e Fernando Rodrigues, e o fotógrafo Joel Silva, não fazem mais parte do jornal Folha de S. Paulo. Os profissionais foram desligados do impresso.

Ambos os jornalistas escreviam para a coluna Brasília, na página 2 do impresso. Eliane escrevia às terças, quintas, sextas e aos domingos, e Fernando às quartas e aos sábados.

O fotojornalista Joel trabalhou por vinte anos na Folha cobrindo vários momentos importantes, como os conflitos no Egito, Copas do Mundo e Eleições. 

A Folha afirma que as demissões aconteceram a fim de ajustar o orçamento do veículo em relação ao mau desempenho das receitas publicitárias, por conta da situação na economia do país.

Eliane e Fernando se despediram via Twitter.

Fonte: Portal Comunique-se

terça-feira, 30 de julho de 2013

Reestruturação do departamento de jornalismo da Band deve resultar em mais demissões

Uma onde de demissões já passou pela emissora e parece estar prestes a voltar nesta semana, quando mais profissionais podem ser dispensados.


As baixas seriam parte do resultado de mudanças feitas no departamento de jornalismo, segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco.


Outra mudança prevista é a contratação de alguns funcionários PJ's - que trabalham sob o regime de "pessoa jurídica" - no regime CLT - com carteira assinada.

Nenhuma das alterações foi anunciada anteriormente para não impactar na cobertura da passagem do Papa pelo Brasil, quando cerca de 200 profissionais foram envolvidos nos trabalhos.

Fonte: Portal Comunique-se e