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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Do jornalismo para o Youtube!

O mundo atual é praticamente dominado pela tecnologia e muitos profissionais do jornalismo já entenderam isso e estão aperfeiçoando seu trabalho. Hoje em dia é muito comum os jornais televisivos e também de rádio terem uma chamada ‘ao vivo’ no Facebook, no Instagram ou até mesmo no Snapchat.

Muitos jornalistas já aderiram a isso, um dos casos mais conhecidos é do Evaristo Costa, que dominou os aplicativos de celular e fez grande sucesso- claro que sem abandonar o seu lado profissional.

Outros jornalistas saíram da área e migraram para o Youtube, a jornalista Luciana Liviero está no YouTube. A ex-Record acaba de lançar seu canal na plataforma de vídeos com a proposta de apresentar quadros de entrevistas e de notícias.

O canal de Luciana, que demorou três meses para ser formatado e criado, colocou no ar um de seus quadros. Chamado de ‘Fundo do Baú’, o espaço é reservado para que nomes conhecidos falem de suas memórias e recordações.

Outro profissional que escolheu seguir uma área diferente foi o jornalista, Rodrigo Burgarelli, o profissional, que foi reconhecido com o Prêmio ExxonMobil de Jornalismo de 2015, estava no Estadão desde 2010 e agora assume novos desafios no Facebook.

Em sua história no impresso, Burgarelli foi responsável, de 2013 até agora, pelo Estadão Dados. Na mensagem publicada na rede social de Mark Zuckerberg, ele agradeceu aos colegas e chefes e disse que aprendeu muito ao longo da experiência. Na empresa, ele vai trabalhar como pesquisador e analista de dados para a América Latina. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Facebook produz “manual” para ajudar internauta a identificar notícias falsas

Foto: Divulgação


Nesta semana, a rede social começou a distribuir para os usuários um “manual” que dá dicas para identificar noticias falsas veiculadas.

Ao todo, o conteúdo que tem apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji- e do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio, conta com 10 dicas, entre elas, conteúdos humorísticos, que são divulgados por páginas sensacionalistas e de humor, que podem confundir o leitor a entender se no caso a notícia é verdadeira ou faz parte de uma sátira.

Veja, abaixo, a íntegra do “manual”.

Foto:Divulgação


Seja cético com as manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Desconfie!

Olhe atentamente para a URL. Uma URL semelhante à de outro site pode ser um sinal de alerta para notícias falsas. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos fazendo pequenas mudanças na URL. Você pode ir até o site para verificar e comparar a URL de veículos de imprensa estabelecidos.

Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se a história for contada por uma organização não conhecida, verifique a seção “Sobre” do site para saber mais sobre ela.

Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Redobre a atenção na leitura

Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas pode ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio.

Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas.

Verifique as evidências. Verifique as fontes do autor da reportagem para confirmar se são confiáveis. Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas.

Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa.

A história é uma farsa ou uma brincadeira? Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira.

Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verdadeiras.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Bem-vindo à rede social

No mundo atual, curtidas em fotos mostram o quanto você é popular, e muitos "curtem" sem ao menos ter gostado. Compartilhar sem saber ao certo o que está sendo discutido é viral. No mundo em que é fácil desejar parabéns, notificações te poupam a memória. "Se você é de Jesus compartilhe, se não, só olha". "Quantas curtidas esse campeão merece?".

Parece que compartilhar a foto de uma criança em situação de fome na África com um discurso de apelo irá te tornar uma pessoa melhor ou "ativistamente" correta. Um mundo no qual a sua amizade verdadeira é calculada pelo seu perfil através de um teste, assim como seu caráter e sua personalidade.

Um mundo onde o discurso de ódio rola solto, intolerância religiosa então... Nem se fala. Entendedores de política estão por toda a parte, volta e meia aparece a hashtag "fora Dilma" na timeline do mesmo que lhe deu um voto.


"Chega de corrupção" posta o cara que sonegou o imposto, furou a fila, andou no acostamento e subornou o guarda de trânsito para não ser multado. "Sou a favor da maioridade penal" argumenta a mulher que cria seu filho entre paredes, com rotina limitada entre escola e casa, e que nunca pisou em uma comunidade. 


Um mundo onde é possível selecionar o que aparece em sua timeline, criando assim, uma sensação de que todos concordam com a sua opinião. Mundo esse em que o comentário que for contra a minha ideia pode ser apagado ao invés de discutido.


Estamos ficando cada vez mais limitados dentro dessa "bolha", vivendo a superficialidade de uma "curtida" e esquecendo do quanto é bom discutir um assunto e praticar a defesa sobre a opinião que temos.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Facebook lança Instant Articles e começa a hospedar notícias na própria prataforma

Imagem: Divulgação
A internet possibilita que notícias de todo o mundo sejam lidas, publicadas e compartilhadas em questão de segundos, mas apesar dos portais de notícias e de páginas de jornais online serem grandes fontes de informação, as redes sociais também vêm ganhando este título. O Facebook lançou na última quarta-feira (13) o Instant Articles, ferramenta que hospeda conteúdo multimídia diretamente na plataforma da rede.

A princípio, nove empresas fazem parte da iniciativa: The New York Times, BuzzFeed, BBC News, The Guardian, National Geographic, NBC, The Atlantic, Spiegel e Bild.

Para a estreia do Instant Articles, foi lançada uma série especial de artigos do The New York Times, BuzzFeed, National Geographic, NBC e The Atlantic.

De acordo com Michael Reckhow, gerente do produto, "o Instante Articles é uma ferramenta para que os publishers criem conteúdo de forma rápida e interativa no Facebook, e foi desenvolvido para dar a eles o controle de suas histórias, marcas e oportunidades de monetização”. Entre os recursos disponíveis, as matérias poderão contar com fotos em alta resolução, vídeos com auto-play, mapas e comentários de voz personalizados.

Para a divulgação do Instant Articles, a página Facebook Media postou um vídeo com detalhes da plataforma:


(Com informações: Portal Comunique-se)

terça-feira, 31 de março de 2015

Facebook quer incorporar conteúdo de jornais em sua plataforma

Imagem: Divulgação
A rede social Facebook tem dialogado com alguns veículos de comunicação com o intuito de incorporar conteúdo a sua plataforma. O objetivo é fazer com que as informações dos portais sejam publicadas diretamente em uma página no site de relacionamentos. 

Segundo o jornal The New York Times, o Facebook já está elaborando maneiras de compartilhar lucros com anúncios atrelados às notícias dos veículos parceiros.

Os parceiros iniciais do projeto seriam o New York Times, BuzzFeed e o National Geographic.

(Com informações do Portal Comunique-se)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Facebook planeja aplicativo móvel para leitura de notícias

De acordo com o portal ''Jornalistas da Web'', vem mais novidades na rede social Facebook.
Agora o foco é jornalismo, para quem gosta de ler notícias na rede social, agora vai poder acessa-las em dispositivos móveis.
Veja nota a seguir:
O Facebook está desenvolvendo um aplicativo para exibir notícias em dispositivos móveis. O produto, conhecido internamente apenas como Reader (leitor), exibirá o conteúdo de forma semelhante como faz o Flipboard, aplicação móvel que agrega notícias de redes sociais e de veículos com base no interesse dos usuários e as apresenta em forma de revista virtual. A informação é do Wall Street Journal (WSJ). 

Desenvolvedores da companhia estariam trabalhando há mais de um ano na nova aplicação. Ainda sem um nome oficial e sem uma data de lançamento, o aplicativo seria mais um passo na nova estratégia e identidade do Facebook, que começou como uma rede social para conectar amigos, e que ultimamente está direcionando seus esforços para se tornar um espaço com conteúdos mais informativos e menos pessoais, uma espécie de hub para os visitantes encontrarem notícias e seguirem eventos em tempo real.

terça-feira, 18 de junho de 2013

A rede social Facebook adota o uso das hashtags

Fonte: Mashable

#facebook #adotou #a #hashtag #finalmente

Antes tarde do que nunca! Mesmo não tendo utilidade dentro do Facebook, a hashtag já vem sendo utilizada há um bom tempo, e na última quarta-feira (12), a rede social finalmente aderiu a esse sistema. Originalmente utilizada no Twitter, a hashtag tem como função organizar e destacar tópicos, e e já era utilizado também em outros ambientes sociais, como Google+, Tumblr e Instagram. Infelizmente, o recuro só está disponível por enquanto apenas em inglês, espanhol, japonês e turco. 

Segundo comunicado, a rede social idealizada por Mark Zuckerberg quer tornar mais fácil para os usuários encontrar conteúdo já publicado no Facebook, e as hashtags seriam um primeiro passo para isso. De acordo com o serviço, muitos usuários já postavam hashtags naturalmente. Então, o site decidiu abraçá-las. Ao clicar em uma hashtag no Facebook, o usuário agora é redirecionado a um feed que reúne posts sobre o tópico em questão.