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sexta-feira, 10 de maio de 2013

ARQUIBANCADA - NA TORCIDA DO ESPORTE AMADOR

Já está no ar o novo Arquibancada!

Nesta semana com uma entrevista exclusiva com Renata Daros, assessora de imprensa Corinthians.

Escute:
Você tem alguma sugestão? Dúvidas? Elogios? Escreva para o email ajo@uscs.edu.br

Fique atento, que na próxima sexta-feira o Arquibancada traz mais esportes pra você.


Até mais!

terça-feira, 26 de março de 2013

Nada como juntar o útil ao agradável

Foto: Roberta Fiori
Formada em Jornalismo em 2010, Vitória Angela Silva conta que a paixão pela profissão já a acompanhava desde o colégio e que sempre pensou em fazer o curso. Graduada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), ela lembra que essa não era a primeira opção. “Prestei vestibular e cismei que tinha que fazer Cásper Líbero.” Como não conseguiu passar no vestibular e já estava matriculada em um curso profissionalizante de teatro, resolveu fazer cursinho para tentar entrar na faculdade, mas trocou de curso. "Durante as aulas decidi fazer faculdade de Teatro e fui para a Anhembi Morumbi”, lembra. 


Vitória se formou em Teatro no ano de 2004, mas ela revela que essa paixão já era antiga. “Comecei na escola aos 10 anos.” No colegial, formou um grupo de teatro amador chamado Criarte, que ensaiava e se apresentava no colégio e em escolas infantis. “Quando saí da escola fui fazer curso na escola Ewerton de Castro e comecei a trabalhar profissionalmente em 2001”, conta Vitória, que também tem os cursos Sérgio Buck e Emílio Fontana. 

De início, apaixonada pela TV, ela lembra como se entregou aos palcos, depois dos pais a levarem para ver uma peça espírita quando criança. “Me provocou o primeiro encantamento.” Logo depois, quando tinha sete anos, foi chamada para uma pequena apresentação de um texto e percebeu que o palco era o lugar dela. “Era o lugar onde me sentia segura e mais a vontade, me sentia feliz. A paixão pelo teatro é assim, você é ‘mordida’ pelo bichinho e aí não tem mais jeito de escapar.” 

Hoje dona da VitComunicação, onde trabalha com produção de conteúdo voltado para o jornalismo cultural, faz trabalhos fotográficos e dá assessoria para pessoas que estão começando a pensar em estratégias de marketing e divulgação de marcas, em especial pela internet, Vitória realizou o primeiro trabalho com Assessoria de Imprensa quando ainda estava na faculdade de teatro. “Foi em 2001 ou 2002. Estava fazendo minha primeira peça profissional e auxiliei uma das atrizes na assessoria. Quando ela saiu do elenco a assessoria ficou toda comigo.” Ela conta que era uma “espécie de assessoria com produção, acumulando algumas funções”, e diz que essas coisas são muito comuns no teatro. 

Grata à Patrícia Pichamone, que foi assessora e produtora do Grupo TAPA e lhe passou vários contatos e estratégias, Vitória revela que consegui várias coisas por meio dos amigos. “Um vai indicando ao outro. Tanto que meus clientes permanentes são amigos que tem grupo de teatro.” 

Assim, ao longo dos anos, foi adquirindo experiência e ficando seletiva com o trabalho. “Seleciono as áreas que vou trabalhar porque acredito que, acima de tudo, é preciso conservar uma ética. Em primeiro lugar sou uma jornalista, então para mim não dá para me envolver com política e com situações nas quais eu tenha que omitir fatos, reinventar imagens entre outras armadilhas que assessores tem quem enfrentar em certas áreas.” 

Pensando em ampliar o número de clientes e ter uma equipe fixa na VitComunicação, ela diz que, por enquanto, tem pessoas com as quais pode contar esporadicamente. “[Tenho] colegas de faculdade que me dão ‘help' quando eu preciso”. Como também faz trabalhos fotográficos, os auxílios ajuda não acabam aí. “Tenho uma parceira, que tem uma empresa de brindes, que ajuda com produtos diferenciados, como camisetas e coisas que precise quando fecho pacotes especiais. E tenho uma fotógrafa ótima chamada Ana Paula que me salva sempre”. 

Foto: Roberta Fiori
Prestes a iniciar o site da VitComunicação e um canal no portal de vídeos YouTube, onde pretende trabalhar com marketing indireto e usar cenas de dramaturgia para inserir a propaganda dos clientes de forma divertida, a assessora acredita que “uma área que vem crescendo é a assessoria de pequenos negócios, no ramo de alimentação principalmente”. Com isso, aceitou o desafio de assessorar um empório, que foge um pouco de ser 100% de jornalismo cultural. “É uma área interessante, de gastronomia e tem uma proposta de ser também um espaço de cultura, com exposição de fotos e caricaturas”, ressalta. 

Em 2010, quando finalizou o curso Jornalismo, Vitória também terminou a pós-graduação em História da Arte, na Universidade São Judas. Mas foi como jornalista que se realizou e continuou trabalhando. “A área que mais gosto é rádio, minha ideia é correr atrás disso ano que vem, mas acho que assessoria será sempre minha sina. Eu fugi dela, mas ela me pegou de jeito” Ainda assim, ela conseguiu unir duas paixões em um só emprego. “Minha área sempre será da cultura. Gosto de esportes, sempre me interessei por política, mas se puder ficarei sempre na área cultural porque é do meu maior interesse. Minha área natural é a arte”. 

Sem se arrepender, ela lembra como entrou na universidade. “Eu decidi fazer jornalismo, realizar esse sonho antigo, meio ‘por acaso’, no impulso. Passei pela [Avenida] Goiás, vi o outdoor da USCS e resolvi fazer o vestibular. Passei e não me arrependi, em especial pelas pessoas que conheci.” 

Que ela gostou não há como duvidar mesmo, agora a jornalista está fazendo mestrado em Comunicação sobre a performance de Ney Matogrosso, com previsão de conclusão para fevereiro de 2013, na mesma universidade. 

Ainda no período em que estudava o curso de graduação, Vitória fez estágio na Agência Experimental de Jornalismo da USCS (AJO). Além disso, a jornalista também trabalhou na área de assessoria da Entidade AME. 

Com a empresa, hoje ela assessora o grupo de teatro ARTERA. “Trabalhei assessorando as últimas temporadas do Grupo Teatrófilos, a última visita do Amsterdam Chamber Opera no Brasil, além da contadora de histórias Marina Bastos”. Com novos projetos, ela conta que vai “começar a assessoria de uma nova cantora”, onde também vai produzir um documentário. 

Sobre as dificuldades de ter negócio próprio, ela diz que “toda parte burocrática é sempre chata e difícil”. Sem fala com a preocupação do fechamento do mês. “Você não tem grana fixa. Tem mês que rola legal, mês que não. Tem cliente que paga direito, cliente que não.” Vitória ainda se queixa de alguns casos. “Uma coisa que percebo muito é que os clientes querem você dedicada a eles 100% do tempo;” 


Apesar dos obstáculos, Vitória demonstra que as vantagens são enormes. “É legal aprender a administrar, a conquistar clientes. Você tem liberdade de tempo e de ideias também, consigo guiar minhas escolhas. Ter uma assessoria me permite organizar meu tempo e meus afazeres independentemente de um local, de trabalhar para alguém. Mas claro que o maior patrão é o cliente”, fala descontraída. Pra finalizar, Vitória se define. “Batalhadora, ‘bicho de teatro’, ansiosa, uma amiga para todas as horas, solitária por opção, crítica ou simplesmente alguém tentando domar seus monstros.”

(Postado por Joca Oliveira)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Isso é Jornalismo #1: O Assessor


Quando se fala em trabalhar com jornalismo, a imagem mais presente nas cabeças das pessoas é de uma redação com muita gritaria e muito a fazer: matérias para correr atrás, eventos a cobrir  Mas o jornalismo é bem mais do que o papel do repórter, do âncora de TV ou do locutor de rádio.
Para isso, foram criados alguns posts explicando outras funções que vão além do jornalismo tradicional, mas que também fazem parte de nossa adorada profissão. Porque ser jornalista é ser mais do que se imagina.
Vamos lá?

Odiado e adorado pelos repórteres, o Assessor de Imprensa é aquele que transita entre a reportagem e o marketing.



É aquele que basicamente cuida da imagem de um estabelecimento, marca ou figura pública. Ele é o responsável por representar este algo na mídia, divulgando e mandando informações aos jornalistas e aos veículos de comunicação.
Por exemplo, caso um jornalista (e agora assessor) seja contratado para cuidar da imagem de uma ex-participante de um reality show, ele será responsável em movimentar o nome desta pessoa na mídia - quem contrata um assessor normalmente tem a necessidade de aparecer.
Cabe ao assessor mandar pautas para os jornalistas e/ou meios de comunicação com o objetivo de gerar matérias para a pessoa que assessora (Ex: Fulana se candidata à prefeitura de SP). O assessor também é responsável em enviar comunicados à imprensa caso a pessoa para quem trabalha esteja envolvida em escândalos.

A função de assessoria não exige a formação em jornalismo. Entretanto, considerando que ela trabalhe com veículos de comunicação e com jornalistas, nada melhor que um profissional da área para exercê-la.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Um tiro na mosca...


Tranquilo, como se falasse consigo mesmo num espelho, Robson Luiz Gisoldi começa a contar um pouco sobre sua vida e experiências profissionais. A tranquilidade não é pra menos, o rapaz conhece bem os ouvintes, já foi um deles. A plateia? Um grupo de curiosos estudantes de jornalismo que ouve, anota, questiona e, em breve, espera dominar e fazer cada vez mais parte desse universo que Robson conta.

Formado em 2003, o jornalista fala que, a princípio, queria ser ator, mas pelas poucas oportunidades da área acabou escolhendo Jornalismo. Ele acreditava que dessa maneira também viveria várias histórias, conheceria diversos lugares e pessoas, mas narrando tudo isso.

Foto: Arquivo pessoal
Aos 31 anos, o rapaz estranha a sala de aula vazia e conta que, na época em que estudava, sua turma tinha mais de 100 alunos. Ele também lembra a correria que foi pra fazer faculdade, porque além das aulas, ainda tinha que trabalhar e, no início, prestar o serviço militar.

Agora, Robson é coordenador de comunicação no Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (SEMASA), mas se engana quem pensar que o rapaz não teve outras funções na área jornalística. Ele inclusive fala que “é importante os estudantes conhecerem os dois lados” da coisa, para saber o que passam os jornalistas de redação e os assessores de imprensa e, mesmo consciente da dificuldade de ambos, acha que o assessor tem uma função mais difícil, porque precisa ter mais “jogo de cintura” do que o outro.

Ele também alerta os futuros profissionais para manterem uma boa rede de contatos, pois “indicação para um cargo ou serviço ainda é uma ótima maneira de obter sucesso”, fala. Mas avisa aos estudantes que, às vezes, um grande veículo de massa é só glamour e que os salários nem sempre são melhores. E dá um alerta, lembrando que seus colegas de sala que não estagiaram na época da Universidade, não seguiram na área.

Hoje, Robson quer evoluir. Pretende estudar estratégias de comunicação e gerenciamento de crises. Atualmente faz mestrado sobre o perfil do novo consumidor e de como as instituições públicas estão preparadas para lidar com essa geração 3.0.

Questionado se se arrependeu da escolha da profissão, ele diz simplesmente “não”. Fala que fez vários amigos e que gosta do que faz. Se for para julgar pela sua tranquilidade, diria que acertou na mosca.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Erros e acertos de assessoria de imprensa são temas de seminário do Comunique-se Educação


O Comunique-se Educação, divisão de cursos do Grupo Comunique-se, promoverá no dia 5 de dezembro, em São Paulo, o seminário “Assessoria de Imprensa sob diversos ângulos”. Destinado a discutir erros e acertos nas estratégias das agências de comunicação, o evento reunirá algumas das principais assessorias do mercado, como Máquina da Notícia, Burson-Masterller, In Press Porter Novelli e Edelman.

As assessorias de imprensa vão apresentar estudos de caso de seus principais clientes relacionados à indústria, varejo, moda, tecnologia, política, sustentabilidade e gerenciamento de crise. O evento se dedica, também ,a refletir sobre o impacto das redes sociais na gestão e no monitoramento das informações.

O seminário propõe, ainda, abordar o grau de amadurecimento nas relações com a mídia tradicional. Inscrições e mais informações na página especial do seminário “Assessoria de Imprensa sob diversos ângulos”, no site do Comunique-se Educação.



-Fonte: Portal Comunique-se

terça-feira, 16 de outubro de 2012

E se fosse no Brasil?

Foto: Divulgação

No filme Mera Coincidência (Wag the Dog), de 1997, um presidente americano que tenta a reeleição se envolve num escândalo. O governante é acusado de abuso sexual por uma adolescente dias antes da eleição. 

Com medo de não se reeleger o político tenta mudar sua a imagem perante o povo através dos meios de comunicação. 

O longa-metragem mostra como a mídia é induzida a relatar fatos “oficiais” que são inventados por assessores da Casa Branca e do presidente, transformando a imagem do político em algo melhor do que seria ou estava. 


Com informações falsas e mega produções a favor do presidente, cria-se uma guerra falsa onde o país está envolvido, fazendo com que o escândalo perca força nos meios de comunicação. Mas sempre com o adversário político do atual presidente tentando trazer o escândalo de volta ao público. 

Isso segue até próximo às eleições, quando um dos envolvidos tenta contar o que houve para ganhar fama. 

Vale a pena ver o filme, mas... E se fosse no Brasil? Como agiriam os assessores e políticos daqui? 

Se tivessem um pingo de juízo, simplesmente abririam mão de tentar esconder a verdade, uma vez que a cultura americana é totalmente diferente da nossa num ponto crucial (que mostrarei adiante). Mas partindo do pressuposto de que o presidente fosse tentar a reeleição, e ainda assim é difícil afirmar, creio que agiriam da mesma maneira. 

Cena extraída do filme
No filme, uma guerra é inventada, e aí é que está o ponto crucial da nossa diferente formação cultural. Essa desculpa, muito forte, não vingaria em terras brasileiras, teriam que adotar outra estratégia. 

Acredito que a primeira tática, e talvez a mais provável e eficaz aqui, seria achar indícios de que essa adolescente já tivesse problemas semelhantes, ou seja, tentar de alguma maneira transferir a culpa do presidente para a garota. Ainda assim, penso que o político não seria reeleito. 

No longa não é mostrada a troca de poderes existente entre Estado e mídia, mas lá no Estados Unidos a guerra vende e já está no DNA do país. Aqui no Brasil, mesmo existindo essa aliança de influências, não sei se existiria uma manchete maior que o envolvimento do presidente num escândalo sexual. 

(Apenas para constar, o filme foi baseado no livro American Hero, de 1993, do escritor Larry Beinhart. Muito antes do do caso Bill Clinton X Monica Lewinsky, vir à tona, em 1998.)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Bate Bola com Vado Cristofali

Vado Cristofali,  jornalista, assessor e escritor


Nome
: Irivaldo Tadeu Cristofali


Idade: 47 anos

Signo: Escorpião

Um cantor: Chico Buarque

Uma banda: Roupa Nova

Me considero uma pessoa: Sincera e romântica

Time do Coração: Palmeiras

Formação: Jornalismo, turma de 1992 - Universidade Braz Cubas

Por que jornalismo?
Sempre gostei de ser bem informado desde criança, gostava de assistir programas de notícias, ler jornais, ouvir rádio. Com o tempo a vontade foi aumentando - era mais uma satisfação pessoal do que profissional.

Ao ouvir a palavra faculdade, que lembranças aparecem na mente?
Como cursei duas faculdade, tenho uma lebrança boa e outra ruim. A ruim é quando fiz comércio exterior, não gostei do curso, os colegas nã eram tão próximos. Já quando cursei jornalismo, as lembranças são boas - dinâmicas das aulas, convivência saudável com colegas e professores.


Conte um pouco sobre alegrias e dificuldades sobre seu trabalho de TCC.
Meu TCC foi um documentário de TV sobre esoterismo. Foi muito interessante pois conheci muitas coisas que eu não conhecia. Comentários e elogios dos professores também foram muito satisfatórios.


Um pouco da sua trajetória profissional se resume em:
Comecei fazendo algumas matérias para um jornal chamado Tribuna Popular - naquela época eu acompanhava o fechamento do jornal, e fazia a diagramação a mão (naquela época não existia diagramação eletrônica). Já na faculdade, fui convidado por um professor para fazer parte da assessoria de imprensa da faculdade.Ainda durante a faculdade abri um jornal em parceria com uma amiga - mas fomos obrigados a fechar por motivos financeiros. E também abri a SAICOM Comunicação e Publicidade que fazia assessoria para várias empresas. Em 2008 fui convidado para coordenar a comunicação da campanha para prefeito de Santo André. No anos eguinte trabalhei na assessoria de um Deputado Estadual, e desde então estou no Sindicado dos Bancários do ABC.

Suas funções na Imprensa do Sindicato são:
Atuo como jornalista e assessor de imprensa. Produzindo jornal semanal, alguns jornais específicos, boletins eletrônicos, sites, além do contato com a imprensa.

Tem algum sonho ligado a profissão que você conseguiu realizar, ou ainda desejar conseguir?
O meu maior sonho foi ter uma editora própria, consegui realizar em partes, pois durou 15 anos e foi um pouco diferente do que eu imaginava. Mas ainda pretendo voltar com a editora e publicar alguns livros meus e de autores novos.

A sua opinião sobre a queda dos diplomas para os jornalistas é:
Sou totalmente contra essa queda. Acho um absurdo, pois o jornalismo além de informar é formador de opinião e não pode qualquer pessoa sem estudo mais aprofundado da profissão, exercer isso. Como várias profissões exigem o diploma, não é justo que seja diferente com o jornalismo.

Sobre a rivalidade entre assessores de imprensa e jornalistas, você pensa que:
Acho que essa rivalidade já foi bem mais acentuada na década de 80, hoje é bem menor. Atualmente, a maioria dos profissionais que atuam nas assessorias de imprensas já passaram pelas redações de jornais, revistas, rádios, tv´s, entre outros. A verdade que para uma formação completa e profissional de um jornalista, é necessário entender todos os lados do "balcão".

Um livro que todo jornalista precisa ter na cabeceira da cama:
O manual de redação (risos). Brincadeiras a parte, já li vários livros em minha vida e muitos deles acho que todo jornalista deveria ler. Um dos que me lembro e recomendo é o livro "Cidadão de Papel". Consiste num apanhado de várias matérias de jornais da época mostrando essas diferenças e desigualdades.

Uma dica de ouro para os estudantes que pretendem ser jornalistas é:
Não sei se é uma dica de ouro ou não, mas é muito importante ler muito, ler estilos variados de todos os estilos. Não ler somente o que gosta. Ser sempre bem informado vendo as várias maneiras de uma informação para criar a sua própria opinião a respeito do assunto. Outra dica é nunca desistir, seguir em frente mesmo nas dificuldades, pois quando fazemos o que gostamos e fazemos com amor e dedicação, os caminhos são abertos por mais difícil que a profissão seja e por mais fechada que a area esteja.