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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Confira 12 dicas para montar um bom currículo

Está em busca de uma nova experiência no mercado de trabalho? Muitas pessoas costumam dizer que não existem chances boas de emprego. Mas e se eu te disser que o problema pode estar no seu currículo?

Um currículo bem montado é a porta de entrada para boas experiências, ele vai ser a primeira impressão da empresa sobre você, então capriche! Sabemos que às vezes é muito difícil escolher as melhores informações ou até mesmo a melhor diagramação para montar o seu CV.

Para acabar com esse problema, confira algumas dicas de como fazer um bom currículo:

1 – Dados pessoais: resumem-se ao seu nome, endereço com CEP, telefone, e-mail. Idade e estado civil são optativos. Não há necessidade de colocar número de CPF, RG, carteira profissional ou título de eleitor. A função do currículo é estimular uma entrevista pessoal – documentos serão pedidos nas etapas seguintes. Para ser encontrado de forma fácil e rápida, mantenha sempre atualizados telefone e e-mail.

2 – Objetivo: deixe claro, logo no início, a qual cargo você está se candidatando ou qual a sua área de interesse.

3 – Formação: mencione os cursos de nível superior, de pós-graduação e especializações que fez na ordem do último para o primeiro. Não se esqueça de colocar os anos de início e término de cada um e o nome completo das instituições. O destaque deve ser apenas para os que realmente contribuíram para sua formação profissional e realizações.

4 – Experiência profissional: trata-se de um resumo relâmpago sobre sua carreira, a ser exposto na primeira página. O leitor precisa entender sua evolução profissional numa rápida passada de olhos, por isso vá direto ao ponto. Inicie sempre pela experiência mais recente e foque nos resultados alcançados.

5 – Histórico profissional: o ideal é salientar os cargos mais recentes. Inclua data de admissão e de saída, o nome da empresa e o cargo. Se as empresas por onde você passou não forem conhecidas, faça um resumo do perfil, setor em que atua, faturamento e número de empregados. Comente sobre o departamento em que atuava e explique a sua importância para a empresa.

6 – Idiomas: seja honesto, qualquer informação colocada no currículo sempre será checada. Se for fluente, diga que é fluente. Se for intermediário, coloque intermediário. Também mencione se estiver frequentando algum curso. Listar nomes dos certificados de proficiência da língua e intercâmbios culturais ajuda.

7 – Experiência internacional: mencione todas as atividades profissionais realizadas no exterior. Esse tipo de vivência profissional é uma das coisas mais valorizadas pelas empresas hoje em dia.

8 – Salários: não mencione pretensões salariais. Mesmo que o anúncio peça para você 
informar quanto quer ganhar, não escreva ainda qual é o salário pretendido. Deixe para tratar desse assunto mais tarde.

9 – Carta de apresentação: ela não é fundamental, embora seja bastante útil desde que diga em cinco linhas o tipo de empresa e os cargos que você deseja. Se não for curta e objetiva, esqueça.

10 – Revisão: depois de pronto, leia e releia o texto com calma e atenção. É recomendável mostrá-lo para algum amigo mais experiente, que possa alertá-lo para possíveis deslizes, ou até mesmo contratar um revisor. Erros de português e de digitação passam ideia de desleixo.

11 – Redes Sociais: é sempre bom colocar o link do Facebook e do Linkedin, caso o entrevistador queira analisar melhor o seu perfil, ele poderá acessar suas redes sociais. 

12 – Orientações de formato:

Número de páginas: O currículo deve ter entre uma e duas páginas. Se o histórico profissional for muito grande, faça um resumo das coisas principais na primeira página e depois entre em detalhes nas páginas seguintes.

Texto: Utilize tipos básicos de letra que facilitem a leitura. A melhor apresentação são folhas brancas e fontes clássicas, como Arial, Times New Roman ou Verdana. Clareza é fundamental, a pessoa que vai ler o seu currículo tem que entender o que está escrito. Utilize uma linguagem simples, não deixe dúvidas de entendimento.

Fotos: Não envie foto anexada ao currículo. Antes de conhecer a cara do candidato, os recrutadores querem saber de seus feitos e habilidades. Só mande foto se isso for pedido e cuide para que seja uma 3×4 comportada.

*Fonte: Vanessa Barbosa - Exame.com

quinta-feira, 30 de março de 2017

Jornalismo Investigativo - À procura da verdade oculta


De cara limpa ou por trás das câmeras, o jornalista se arrisca 


Crédito: Divulgação - Casa dos Focas

Capa, chapéu e lupa na mão. São as três primeiras coisas que vêm à cabeça quando pensamos em investigação. Quem não gosta de desvendar mistérios e se inspirar no famoso detetive Hercule Poirot dos livros de Agatha Christie?

O jornalismo investigativo fundamenta-se em trazer à luz questões que antes nos eram ocultas. Uns acreditam que ele não existe, com a afirmação de que todo jornalismo é investigativo. Outros apontam a sua ligação com casos policiais e há quem diga que trata de assuntos tabus, encobertos pela sociedade. 

As revelações das reportagens investigativas atraem o público, que emite opiniões sobre seus conteúdos. Nesse sentido, este tipo de jornalismo não tem somente a função de elucidar determinados fatos, mas, comumente, faz uso de um discurso condenatório quando algo está errado. Com base nisso, todo cuidado é pouco. O repórter precisa ter preocupação redobrada com os textos, apurar minuciosamente o material e ter as provas de tudo o que descobriu. Ser jornalista investigativo é recompensador, envolve cunho social, mas é perigoso.

Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, conhecido como Tim Lopes, foi um repórter investigativo brasileiro e produtor da Rede Globo de Televisão. Antes dele, quase não se faziam investigações mais aprofundadas no país. O jornalista se aventurava em locais de difícil acesso pela periculosidade, para encontrar fontes e evidências que confirmassem suas suspeitas. Em 02 de junho de 2002, o profissional foi assassinado por traficantes da favela Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, na ocasião em que investigava um baile funk na região, onde havia tráfico de drogas e abuso de menores de idade. Esse acontecimento serviu de alerta para a classe, que começou a se atentar mais para a segurança e aos limites. 

Outros importantes nomes do jornalismo nacional se destacaram na prática de grandes investigações, como Percival de Souza e Caco Barcellos, que se apresentam na mídia televisiva de rosto limpo. Já Eduardo Faustini prefere não mostrar o rosto, suas matérias são divulgadas no Fantástico, mas ninguém o conhece.

Para você se inteirar um pouco mais sobre jornalismo investigativo, veja algumas dicas de bons livros:


Rota 66: A história da polícia que mata
Livro-reportagem do jornalista Caco Barcellos, publicado pela primeira vez em 1992, que traz uma vasta investigação sobre ações da ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), unidade especializada da Polícia Militar do Estado de São Paulo. A obra conquistou o prêmio Jabuti na categoria Reportagem em 1993. 













Narcoditadura: um dos maiores casos de jornalismo investigativo sobre o crime organizado 
Neste livro lançado em 2014, o jornalista Percival de Souza conta a história de Tim Lopes, repórter investigativo da Rede Globo morto durante apuração de reportagem, bem como o cenário da segurança pública brasileira. 











50 anos de crimes
O autor Fernando Molica reúne as melhores reportagens policiais da década de 1950 até os dias de hoje. Casos que marcaram época como o de Chico Picadinho, Aída Curi e Cara de Cavalo integram a obra, com lançamento em 2007. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

10 dicas para um jornalista escrever bem

Sabemos que escrever não é uma tarefa tão simples quanto a maioria das pessoas pensam que é. Os jornalistas são os que mais acabam sofrendo na busca de uma matéria dos sonhos.


Pensando nisso, desenvolvemos algumas dicas para te ajudar a se superar  e escrever melhor! 

#1 Leia Muito!




Leia desde livros de ficção até livros relacionados ao jornalismo.Porque? Porque quanto mais ler,mais tem contato com o português e assim consegue uma escrita diferenciada dos demais.


#2 Reescreva o Lide!



É necessário reescrever o lide de jornais e revistas ou de suas próprias produções jornalisticas para não só treinar,como ter a consciência de um lide criativo.


#3 Escreva sobre assuntos que gostam e também sobre assuntos  que não gosta.


Escrever assuntos que gostam,ajuda a melhorar não só a escrita,mas se aprofundar cada vez mais no assunto.

Porém escrever assuntos que não se tem conhecimento é fundamental,pois assim consegue desenvolver ao menos o básico do assunto quando for necessário.


#4 Treine seu português.


Seja escrevendo,quanto atrás de dicionários e livros que ensinam o "be-a-bá" do português.


#5 A pressa é inimiga da perfeição. 



Esfrie a cabeça e  somente depois de um tempo,releia o texto para achar possíveis erros que podem passar batidos.


#6 Troque figurinha com seus colegas. 


Peça para um amigo ler seu texto enquanto você lê os textos de seu amigo. Assim é mais fácil achar erros e questões que não foram apontadas.


#7 Seja o mais claro e objetivo possível. 


Você está comunicando um fato, não contando uma história. Usar o tempo presente na maioria das vezes e evitar gerúndios na notícia deixam a notícia mais agradável ao leitor.


#8 Forneça em seu texto fatos bem apurados.


Não tente escrever sobre um acontecimento que não ocorreu ou que não foram checados, dessa forma se perde  a credibilidade.


#9 Procure por assuntos criativos para tratar em seus textos. 


Busque a criatividade até mesmo se for fazer um texto de um assunto que todos estão comentando.


#10 Não tenha medo de errar, você não precisa ser perfeito! 


Tenha em mente que você vai errar, mas que depois de muito treino, estará melhor.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dicas para gravar e transcrever entrevistas

Gravar uma entrevista no seu smartphone para transcrever depois não é uma tarefa complicada, mas, talvez você não fique satisfeito com o resultado. Uma vez que os aplicativos disponíveis não costumam disponibilizar muitas ferramentas que auxiliem no ganho de qualidade. Sim, você só está transcrevendo. Mas e se existir um trecho do depoimento do seu entrevistado que acrescentaria muito à outra matéria?!

Foi pensando nisso que Dan Kennedy, professor de jornalismo da Universidade Northeastern, de Boston, listou uma série de dicas para que você não passe nenhum perrengue na hora gravar e transcrever o material da sua fonte.

As dicas de aplicativos se resumem à plataforma iOS, mas você não deverá encontrar problemas para achar correspondentes para Android.

Para gravar a entrevista

Vamos começar com um software para o seu celular que não te deixe na mão na hora H. O iTalk, desenvolvido pela Griffin Technology, é barato e fácil de usar.

Assim que você abrir o app, ele vai te oferecer 3 opções de qualidade de gravação e pedir que você já dê um nome para o seu arquivo, o que ajuda a não se confundir na edição. Para gravar, é simples. Basta apertar o botão enorme e vermelho escrito "PRESS TO RECORD". Uma barra vermelha mostra a modulação de áudio, o que tranquiliza o usuário. Sim, está gravando.

Quando terminar, o aplicativo oferece a opção de enviar o material via e-mail, Dropbox ou direto para o Soundcloud.


Para conseguir um bom áudio


A empresa Røde produz um microfone de lapela que você pode conectar ao seu smartphone para gravar vídeos com qualidade de áudio profissional. E ainda por cima (advinha só!), se conecta automaticamente ao iTalk.


O microfone não é barato (cerca de R$400), mas, à longo prazo, você verá que ele quebra muitos galhos.


Quando a entrevista não é presencial

No caso de você fazer a entrevista por telefone, o primeiro e mais óbvio passo é não usar o telefone que você baixou seu aplicativo de gravação para fazer o telefonema (afinal, como você iria gravar?).

A melhor opção é conectar o telefone que você fará a ligação a um auto falante Bluetooth; e então
posicionar seu smartphone com aplicativo gravador ao lado do falante.

Uma dica não diretamente relacionada ao tópico do professor Kennedy é sempre iniciar a entrevista com "Eu estou gravando isso. Tudo bem?".

Do áudio para o texto
Para te ajudar a transcrever a entrevista, a dica é o software gratuito Express Scribe (ele possui uma versão paga na qual você pode manipular o áudio com um pedal). Além de continuar funcionando mesmo que você minimize a página e abra o Word (algo que muitos softwares de edição não fazem), ele permite que você personalize atalhos referentes ao áudio no seu teclado. Você pode, por exemplo, acelerar ou voltar a trilha, ou ainda estabelecer um atalho que te permita rebobinar o áudio de três em três segundo, ou cinco em cinco.

Por fim...

Por fim, podemos notar que a tecnologia, se bem aplicada, pode deixar o trabalho do jornalista muito mais fácil. E os diversos aparelho necessários para fazer uma entrevista há 10 anos, podem, hoje, ser substituídos por um simples smartphone com o grupo de gadgets e aplicativos corretos.

terça-feira, 29 de abril de 2014

6 dicas de comportamento para jornalista nas redes sociais


Esta cada vez mais comum  ver  grupos espalhados pela internet, onde produtores e repórteres buscam personagens e histórias que possam trazer um diferencial em suas matérias.
Mas como em todo lugar é sempre preciso ter um cuidado, principalmente na internet para não confundir o pessoal com o profissional. Por esse motivo a jornalista Andrea Lopes, que é especialista na área de comunicação digital e professora do Comunique-se Educação, elege algumas dicas sobre o assunto. Confira:

1- Adapte seu perfil de acordo com seus objetivos
Ao entrar em uma rede social com o objetivo claro de usá-la como ferramenta para o trabalho, lembre-se de adequar a foto do perfil e edite suas informações, de maneira a apresentá-lo como profissional, apenas.
 2 – Faça segmentações
Caso queira utilizar as redes para fins pessoais e profissionais, escolha uma imagem de perfil neutra e crie listas de pessoas e interesses, para que possa fazer publicações direcionadas.
 3 - Evite emitir opinião pessoal em grupos profissionais
O objetivo principal a ser observado é a apuração. Deve-se ouvir todos os lados e utilizar as informações para a produção da matéria ou pauta. Deixe opiniões pessoais para seu perfil pessoal ou listas pessoais.
 4 - Não compartilhe materiais antes da apuração dos fatos
A internet está cheia de histórias e fotos emocionantes e denúncias sobre diversos assuntos, mas você pode cair na cilada de espalhar informações falsas ou propagar assuntos que já foram resolvidos.
 5 - Mantenha contato com as fontes
Sempre esteja aberto a receber novos materiais. No ambiente online, também é importante se manter próximo das pessoas que oferecem informações privilegiadas e/ou seguras e checadas.
 6 - Fique sempre de olho
 As mídias sociais são plataformas de informação rápida e dinâmica. Você pode sair na frente ao fazer um monitoramento contínuo nas redes. Enquanto alguém espera uma ligação nas redações para construir uma pauta ou resolver uma matéria, você pode sair na frente ao ler algo nas redes sociais e apurar com rapidez.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

7 dicas para planejar coletivas de imprensa

William Waack atendendo à imprensa em evento no TRF-3
(Foto: Ana Paula Igual/AJO)
As coletivas de imprensa são importantes na hora de divulgar um projeto, esclarecer uma dúvida ou simplesmente divulgar a imagem de uma pessoa ou empresa na mídia.


No entanto, antes de convidar jornalistas e fotógrafos para uma coletiva de imprensa de determinada empresa ou profissional, procure planejar bem as coisas para evitar imprevistos durante as entrevistas.

Além de cuidar da recepção do jornalista e do local do evento, é necessário estar atento também para os requisitos técnicos e estruturais das equipes de reportagem.

Confira as dicas da jornalista Sandy Jackiewicz para montar uma coletiva de imprensa:

ESCOLHA A LOCAÇÃO COM CUIDADO
Antes de definir o local da coletiva, procure avaliar se o local é de fácil acesso para a maioria dos jornalistas e se é adequado para aparecer nos meios de comunicação (a luz é boa para fotos? O cenário é bonito?). Também é importante avaliar quais medidas deverão ser tomadas em caso de imprevistos (chuva, desastres naturais, entre outros).

MANTENHA AS COISAS ORGANIZADAS
Geralmente as coletivas de imprensa exigem o uso de diversos equipamentos de áudio e vídeo. Procure deixar as coisas organizadas e fora do caminho das pessoas que estão transitando no local para evitar acidentes e cabos desconectados.

TENHA COMUNICAÇÃO CONSTANTE COM A EQUIPE
As coisas podem ser bem mais fáceis quando todos os responsáveis pela organização do evento possuem uma forma de se comunicar instantaneamente. Antes da coletiva, procure anotar o celular de todos os envolvidos no evento.

DÊ TODAS AS FERRAMENTAS NECESSÁRIAS
Dependendo da duração, tamanho e importância do evento, é necessário levar algumas coisas em consideração na hora de preparar a recepção dos jornalistas. Avalie a necessidade de colocar mesas para os jornalistas trabalharem, ponto de internet, tomadas e pontos para coleta do áudio da entrevista.

TENHA UM PLANO DE CONTINGÊNCIA EM MÃOS
Por mais planejada que esteja a coletiva de imprensa, procure ter sempre um plano alternativo em mente. Há varias coisas que são imprevisíveis e podem atrapalhar seu evento. Procure ter em mãos também uma agenda com os contatos dos jornalistas que vão participar do evento caso precise informá-los sobre alguma mudança de última hora.

REFRESQUE O PÚBLICO
É importante colocar água e até mesmo sucos à disposição dos jornalistas para que eles possam se refrescar e matar a sede durante o evento, principalmente se a coletiva é durante o dia e ao ar livre.

DÊ PRESENTES*
Procure dar aos jornalistas algum tipo de brinde com o seu logo ou com o logo do evento. O presente deve ser pequeno e útil.

(As informações são do Universia Brasil)

*Nota do autor do post: Dar presentes é algo que gera polêmica, de fato. Dependendo dos itens dados, pode parecer jornalismo 'patrocinado'. Como Sandy afirmou, tem que ser algo, de fato, pequeno e útil.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

5 dicas para ser efetivado como jornalista

Você chegou ou está perto do final da faculdade. Passou em todas as matérias, escreveu no jornal experimental da universidade e fez um ou dois estágios. Você está finalmente pronto para começar sua carreira jornalística.

Confira 5 dicas para conseguir o primeiro emprego efetivado na carreira jornalística:

1. Garanta um ótimo currículo
Há três elementos principais para conseguir um emprego em jornalismo: a carta de apresentação, o currículo e as matérias publicadas. Destes três, o CV será o que, provavelmente, chamará mais atenção do chefe. Esta é a a maior chance de chamar atenção do editor.

2. Carta de apresentação
Uma boa carta de apresentação é essencial, assim como a indicação. Um destes dois fatores pode ser o que garantirá o emprego, dependendo da empresa de comunicação para a qual você está se candidatando. De qualquer forma, eles esperam uma carta de apresentação beirando a perfeição. Afinal, você é um jornalista e esta é sua chance de impressionar com as palavras. Não a desperdice.

3. Leve seu portfólio
Seja o seu próprio assessor e faça a clipagem de todas as matérias que já publicou. Junte todas em uma pasta e terá um portfólio. Ele é essencial porque o editor não analisará somente o texto, mas o faro para pauta e as fontes com as quais você falou para escrever as reportagens.

4. Crie seu portfólio online
Cada vez mais repórteres têm criado um próprio portfólio online. Eles podem ser sites ou blogs nos quais são divulgados todos os trabalhos publicados. Não confunda portfólio com blog pessoal - embora seja interessante que um jornalista tenha o próprio blog. Se não quiser gastar, você pode usar um serviço chamado Blogger; ele é do Google e gratuito.

5. Prepare-se para as entrevistas de emprego
Há 5 dicas rápidas para arrasar na entrevista de emprego em jornalismo:

Vista-se apropriadamente: O jornalismo é muito amplo: se você estiver concorrendo para uma vaga de repórter de moda, você deveria ir mais "fashion". Se for para telejornalismo, vá de roupa social. Se for para webjornalismo, arrume-se; mas prefira o sport fino. Em geral, vá apropriado e bem arrumado. Jamais vista-se mal.

Faça a lição de casa: Estude o lugar para o qual você vai trabalhar. Descubra o que eles são, para mostrar logo na entrevista como você pode ajudá-los.

Faça perguntas: Editores gostam de repórteres curiosos, afinal, são esses os mais eficientes. Pergunte bastante para que seu chefe veja que você está interessado no emprego. Mas faça perguntas pertinentes.

Mostre-os o que você pode oferecer: Lembra daquela frase do John Kennedy: "Ask not what your country can do for you; ask what you can do for your country" (Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país)? O mesmo funciona nos empregos. Mostre-os o que você pode fazer por esta companhia de comunicação, o que você tem a oferecer. Descubra e depois dê ênfase a isso na entrevista.

Aja da maneira correta: Logicamente, é importante ser respeitoso e cortês na entrevista. Afinal, ninguém quer trabalhar com um antipático. Mas para um emprego de jornalismo é importante que você tenha o espírito de repórter. Portanto, seja respeitoso, claro, mas não envergonhado; cortês, mas não tímido.

(As informações são do Universia Brasil)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

5 motivos para você trabalhar no jornal da sua faculdade

Diversas universidades (inclusive a USCS) oferecem diversas oportunidades para que os alunos possam expandir ainda mais os conhecimentos adquiridos em sala como, por exemplo, palestras de carreira, orientação extracurricular e, para os alunos de jornalismo, a oportunidade de trabalhar no jornal da faculdade (aqui na USCS, a AJO). Se você tem essa chance em seu curso, confira motivos para aproveitá-la e tirar os melhores benefícios possíveis.

 

Veja cinco motivos para trabalhar no jornal da sua faculdade:


1. Ter suas primeiras fontes: No
início da carreira, os estudantes possuem poucos ou nenhum contato profissional. Para jornalistas isso é ainda mais forte na questão de fontes. A experiência irá ajudar você a estabelecer essas relações e a aprender as dinâmicas com as quais ela funciona.


2. Oportunidades de trabalho melhores depois da graduação: O fato de trabalhar no jornal da faculdade irá colocá-lo
em vantagem no mercado de trabalho. O diploma não é a única coisa que você irá oferecer aos recrutadores, pois já estará familiarizado com as dinâmicas de uma redação.


3. Exposição: Seus textos - especialmente se forem assinados e estiverem disponíveis online - poderão ser vistos por diversas pessoas. Esse é o tipo de exposição positiva que qualquer profissional almeja.



4. Contatos profissionais: Além das fontes, você também poderá
estabelecer contatos profissionais de diferentes áreas que podem ajudá-lo imensamente no futuro. Esse tipo de relação permite que você aprenda várias coisas sobre diferentes áreas profissionais em um único emprego.


5. Aprendizado diferenciado: Colocar em prática aquilo que você aprende em sala permite que seu aproveitamento do curso seja imensamente maior. O tanto que você poderá evoluir com essa experiência dependerá apenas do seu aproveitamento.


(Com informações são do
Universia Brasil)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

8 dicas para melhorar o título de seus textos


(Crédito: Stock.XCHNG/Divulgação)
Um dos grandes desafios para todos os jornalistas e estudantes de jornalismo é decidir qual título dará ao texto. Com a chegada da internet e seus mecanismos de busca surgiram as técnicas de SEO (Search Engine Optimization), que ajudam a colocar as notícias nos primeiros lugares de sites de pesquisa como o Google. Portanto, além de combinar um título que tenha a ver com o que está escrito, é necessário também pensar em palavras-chaves que podem ser mais facilmente encontrada por esses buscadores.

Isso não significa ter que encadear diversas palavras-chaves e fazer um título que não condiz com o que está escrito. Um bom título é o que também prende a atenção do leitor.

Confira a seguir 8 dicas de perguntas para fazer após escrever seu título. Elas prometem ajudar:


  1. Reflete exatamente o que deve estar na manchete? 
  2. Funciona fora do contexto? 
  3. Instiga os leitores? 
  4. É fácil de entender? 
  5. Poderia ficar mais atraente se você colocasse números? 
  6. Todas as palavras escritas são realmente necessárias? 
  7. Funcionaria melhor como linha fina? 
  8. Ele se foca em eventos ou implicações?
(Fonte: Universia Brasil)