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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Ferramentas digitais que jornalistas precisam conhecer #2

Em mais uma publicação especial sobre ferramentas digitais que jornalistas precisam conhecer, nós da Agência Experimental de Jornalismo (AJO) trazemos mais opções de ferramentas que podem facilitar muito seu dia a dia. Você, jornalista, estudante de jornalismo ou aspirante da profissão, preste atenção nas nossas dicas!

#1: Google: Ferramenta de Busca

Mas todo mundo conhece o pai de todos. Sim, nós concordamos, mas não é todos que conhecem funcionalidades adicionais dessa potente ferramenta de busca. Está atrás de hot news, matérias quentinhas, de determinado lugar? Vamos lá, vamos te ensinar a como procurar melhor essa notícia que pode render um suíte - desdobramento ou te ajudar a construir uma nova pauta.

1 - Acesse: https://news.google.com/
2 - Digite entre aspas, a cidade ou lugar que você deseja encontrar, por exemplo, "Santo André".
3 - Para evitar notícias antigas, que não terão utilização para você. Abaixo da caixa de pesquisa você encontrará "ferramentas de pesquisa". Clique e depois selecione a periodicidade da sua notícia.

Caso você quiser procurar algo mais detalhado, por exemplo, um documento em algum site de órgão governamental que restringe a busca caso acessar diretamente.

1 - Acesse o método "pesquisa avançada": https://www.google.com/advanced_search

Você poderá fazer a pesquisa exatamente da maneira que quer.

Lembre-se, existem outros mecanismos de buscas que podem contribuir para pesquisas mais especificas, como o próprio Google Imagens e Google Acadêmico, Scirus, Refseek, entre outros.

#2: Ferramentas para Montar seu Infográfico

"Quero fazer um infográfico mas não sou programador". E agora?

Mas e quem disse que para fazer um infográfico é necessário ter habilidades técnicas de linguagem de programação? Hoje, a internet é um leque de possibilidades.

Conheça algumas opções que permitem que você faça um infográfico para uma determinada notícia com uma quantia extensa de dados:

2a: Infogr.am: https://infogr.am/  

Ferramenta gratuita, com diversos elementos que podem tornar a seu infográfico para aplicações web e offline dinâmico.

2b: Canva: https://www.canva.com/

Um dos nossos sites queridinhos, possui diversos elementos que te possibilita assim como o Infogr.am, tornar a visualização de dados da sua notícia, mais atraente.

2c: PowerPoint

"Não consigo e acho muito difícil tudo isso. Não sei mexer no Photoshop. Não sei fazer nada. Só simples apresentações no famoso PPT".

Isso!!!

Para quem tem criatividade, não deixe que o uso de uma ferramenta limite seu trabalho. Jornalismo de Dados é uma tendência. Jornalismo Digital e a produção de matérias audiovisuais tendem a crescer cada vez mais. Se você é um jornalista que se adapta fácil e se reinventa, ótimo.

Use o PowerPoint e crie um belo infográfico, salve em .pdf ao finalizar.

Por hoje é só. Se você não viu nossas dicas anteriores sobre outras ferramentas digitais que jornalistas precisam conhecer, leia já! Caso queira aprender a mexer em alguma delas, deixe seu comentário. Podemos ensinar a você produzir reportagens e matérias incríveis!

Até mais!

Com informações de: Knight Center

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Audiência digital dos jornais aumenta e supera sites noticiosos nos EUA

Com a 2º maior audiência na internet, segundo relatório de 2015, o EUA, pela primeira vez, tem jornais norte-americanos The New The New York Times e The Washington Post com número maior de audiência, alcançando e ultrapassando veículos online como BuzzFeed e Huffington Post.

Segundo a ComsCore, uma empresa dos EUA de análise da internet que fornece dados a grandes empresas de mídia do mundo , a Times ocupa a 8º posição e a Huffington Post, em 9º. Os jornais populares pelo formato impresso e agora, no ambiente digital, cresceram cerca de 40% enquanto os meios Buzzfeed e Huffington perderam cerca de 12% da sua audiência geral. Outros meios, como a CNN também tiveram crescimento ao se adaptarem ao meio digital.

De acordo com o especialista em mídias digitais Ken Doctor, do site Nieman Journalism Lab, os índices dos novos líderes de audiência online são resultado do conhecimento adquirido por essas empresas, que colocaram em prática iniciativas com foco no engajamento do público, experimentando várias plataformas de terceiros e melhorando seus próprios produtos. Doctor afirma que essas empresas ainda lutam para encontrar a prosperidade e a estabilidade na era digital, mas podem comemorar a tendência de curva ascendente.

No Brasil, segundo estudo do uso da internet brasileira, da ComScore de 2009, a Organizações Globos ocupa o 6º lugar e a o Grupo Abril que apresentava na época grande crescimento, sendo de 79% no ano de 2008, ocupa 13º lugar.

O crescimento da audiência nos sites de veículos tradicionais como meios impressos e televisão é devido à sua credibilidade com o seu antigo e novo público. Este pode ser um grande avanço para os jornais que estão perdendo leitores com o avanço das novas tecnologias e mídias sociais. Será mesmo que os meios tradicionais vão morrer ou apenas se adaptarem?

Qual é a sua opinião a respeito ao novo jornalismo? Comente aqui.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Contratações temporárias


Em época de crise emergente, altas taxas de mercado, dificuldades de pagar as contas em dia o desemprego passa a ser um problema nacional.
Alguns empreendedores, aplicativos e categorias do mercado buscam novas formas de driblar a crise, uma delas é o MobJob, um sistema que divulga ofertas de trabalho.
Nele a pessoa que busca uma renda extra, ou então, alguns Freela, encontra vagas de interesses variados, entre eles administração, comunicação, música, eventos, arte e etc.
Diariamente o sistema oferece vagas em diferentes agencias e normalmente é para trabalho imediato. Os contratantes sempre informam o loca, a data o horário e o valor.
O sistema pode ser acessado pela internet ou pelo celular, o candidato tem acesso aos sites das empresas contratantes e dos processos de avaliações.

Para saber mais sobre o sistema clique AQUI

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Oficina - Texto e técnica de jornalismo



A oficina ministrada pelo jornalista e colunista Edson Aran terá dicas e métodos que capacitam jornalistas e profissionais da comunicação a se tornarem mais produtivos em suas rotinas diárias.

Para o entrevistador, é necessário o domínio de algumas técnicas, e o curso ministrado por Aran irá trazer informações sobre o modo correto de conversar, conduzir uma conversa, controlar o ritmo da entrevista e apuração.

Além de teoria, o jornalista irá compartilhar suas maiores experiências como editor na Playboy, Sexy e Vip e irá discutir alguns assuntos pontuais:

- Como se preparar para uma entrevista
- Como elaborar uma pauta extensa, com perguntas extras
- Técnicas de abordagem (amigável, confusa, íntima)
- Segredos da playboy (regras estabelecidas por Hugh Hefner)
- Silêncio como aliado
- Edição e fidelidade

A oficina Texto e técnica de entrevista com Edson Aran acontece sábado (14), das 9h às 13h, na Sede da Imprensa Editorial, localizado na rua Camburiú, Alto da Lapa, em São Paulo.

Mais informações AQUI ou pelo telefone 3729-6300.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Livro: Jornalismo Cultural

O livro “Jornalismo Cultural”, de Daniel Piza, é essencial para quem pretende seguir na área do jornalismo cultura. O autor, por meio de uma linguagem simples, traz aos leitores um resumo do que está acontecendo com o mercado jornalístico cultural, e com isso instrui os novos jornalistas a mudarem esse cenário e chegarem mais preparados a esse mercado.

No início do livro, Piza faz uma introdução à história do jornalismo cultural. Ele cita, por exemplo, a épica revista The Spactator, que levou a filosofia das elites para as ruas e para o homem moderno. E então surgiu o jornalismo voltado para a cultura.

A partir do século XIX esse ramo do jornalismo começou a se espalhar pelo mundo. No Brasil, como conta Daniel, a crítica chegou nos anos 40 e era escritas por nada mais, nada menos do que Álvaro Lis, Oto Maria Carpeaux, Graciliano Ramos e Aurélio Buarque de Holanda.

Mas o autor ressalta que hoje o jornalismo cultural não é mais o mesmo. As revistas de cultura já não têm mais o impacto nas pessoas como no século passado. Segundo Daniel, as críticas estão superficiais. Ele também fala sobre a importância de um bom crítico cultural.

No meio de tudo isso, Daniel ainda dá exemplos que viveu em sua carreira e dicas para jornalistas culturais. Vale a leitura!

terça-feira, 12 de abril de 2016

Revista americana oferece bolsa para jornalistas investigativos




Em janeiro de 2002, Daniel Pearl, jornalista americano, chefe do departamento asiático do The Wall Street Journal, foi raptado. Ele estava no Paquistão investigando o envolvimento do terrorista Richard Reid com a fundação fundamentalista islâmica Al-Qaeda. Daniel permaneceu desaparecido por cerca de um mês, antes que o vídeo de sua decapitação e esquartejamento fosse divulgado na internet. Ele era um homem judeu.

Em memória de Pearl, a revista americana Moment realiza desde 2010 a Iniciativa Daniel Pearl de Jornalismo Investigativo, que consiste em uma bolsa de US$5 mil para jornalistas com idade entre 22 e 38 anos que tenham interesse em produzir reportagens aprofundadas sobre as crescentes manifestações antissemitas ou outras de caráter preconceituoso.

Além do apoio financeiro, o/a jornalista escolhido/a receberá também a orientação de profissionais da Moment, que ao fim da reportagem irá publicar a matéria na revista. Jornalistas de todas as nacionalidades são bem vindos a se inscreverem.

Os interessados devem mandar um email para dpiji@momentmag.com com:

- Nome, data de nascimento e contatos;

- Currículo;

- Três matérias publicadas (impressas ou digitais), incluindo, pelo menos, um texto longo;

- A descrição da sua proposta de matéria, junto com o plano para executá-la;

- Duas cartas de recomendação, uma de um editor sobre o seu trabalho como jornalista, e outra de um jornalista ou professor sobre o conteúdo de sua proposta.

Todas as informações e materiais devem estar disponíveis em inglês.

Saiba mais sobre a iniciativa aqui.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Em pauta, quem costuma dar a notícia

Definitivamente, quem escolhe o jornalismo como profissão não pode estar apegado ao glamour, à coisa perfeita.  Prova disso são alguns vídeos de micos de jornalista que podemos ver na internet com as gafes cometidas no universo de quem dá a notícia. Errar é humano, e o jornalista - embora muita gente discorde - também se enquadra nessa categoria. O diferencial está no fato do jornalista ser um formador de opinião, muitas vezes influindo na vida das pessoas. A cada matéria publicada, poderá ganhar fãs ou inimigos, mas sempre terá de manter o compromisso com a verdade e a isenção.

Nesta semana, para comemorar o Dia do Jornalista (7 de abril), decidimos trazer um breve relato de dois jornalistas sobre quais eram suas motivações quando começaram a cursar jornalismo e o que encontraram quando começaram a trabalhar na área. Confira.


Arquimedes Pessoni, Doutor em Comunicação Social e Professor de Jornalismo n da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) 


“Minhas ideias eram mais abrangentes e otimistas. Acho que quando a gente é mais jovem e estudante tem vontade de mudar o mundo pela profissão. Depois compreendi - a idade traz sabedoria - que a gente precisa primeiro mudar a si mesmo e depois tentar mudar os outros. Nossa profissão envolve muitos interesses e nem sempre podemos publicar aquilo que queremos. Acredito que hoje consiga ver com mais discernimento as possibilidades de atuar em comunicação na área de formação de jornalistas e estes mudarão o mundo de maneira ética, sempre sabendo que há interesses maiores, mas cabe a cada um saber até onde vai sem ferir sua moral e ética.”


Márcio Santos, jornalista da TV Record
“Escolhi jornalismo por ser uma área bem explorada em casa. Desde muito cedo, meus pais davam preferências ao jornal e eu sempre os acompanhei. Quando comecei a faculdade, tinha em mente o jornal escrito e uma grande vontade de trabalhar na redação da Folha de S. Paulo. Com o passar do tempo, consegui estágio na TV, daí tudo mudou. Passei a ter contato direto com a notícia, desde a produção até a exibição. O dinamismo e a velocidade da informação me conquistaram. Creio que me encontrei. A partir daí, comecei a enxergar o jornalismo de um modo diferente.  Trabalhei com muitos jornalistas conceituados, como o Ricardo Boechat. Marcelo Resende, José Luiz Datena e Boris Casoy. O jornalismo trouxe muito conhecimento para mim e me deixou mais qualificado para falar de diferentes assuntos - e até me comunicar de maneira mais clara. É, sim, a profissão que eu queria e me empenho para continuar nela por muitos anos.”

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Congresso de Jornalismo homenageia Elvira Lobato

Foto: divulgação
A jornalista Elvira Lobato completa em 2016 quatro décadas de carreira, marcadas por investigações de excelência e fidelidade aos princípios do jornalismo. Ela será homenageada no Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) deste ano.

Elvira começou a trabalhar como repórter antes de se formar, em 1973, na coluna social da Gazeta do Povo.
Na faculdade, já ouvia que jornalismo era uma área sem futuro, mas para ela “vai existir jornalismo enquanto existir vida na Terra. Sempre vai ter espaço para o jornalismo, com novas adaptações, novos meios, novas mídias, mas a essência de trabalho continua”.

Teve sua primeira reportagem publicada em 1976, no Jornal do Brasil, que conta as histórias de pessoas que moravam em uma das pensões na Rua Catete, no Rio de Janeiro.

A vontade de investigar e a curiosidade de verificar as informações são traços dela como repórter.

Em 1986 Elvira produziu a reportagem que considera como a mais importante de sua carreia, “serra do Cacimbo pode ser local de provas nucleares”, revelava a construção de poço para testes nucleares no Pará, pela Aeronáutica.

A história teve grande repercussão e o poço foi fechado. A notícia foi capa da Folha em 86, porém, não foi assinada por Elvira. O jornal achou melhor não divulgar o nome do repórter.

Em 1989, já na Folha, se tornou acionista da Petrobrás para entender melhor sobre o funcionamento da empresa. Já em 2000, quando a Oi iniciou o processo de compra do portal iG, ela fez a mesma coisa e tornou-se acionista da Oi.

Recebeu em 2008 o Prêmio Esso de Jornalismo pela reportagem “Universal chega aos 30 com império empresarial”, aonde relatava rede de empresas da Universal, que orientou seus fiéis a entrarem com ações judiciais contra a jornalista e a Folha. Três anos depois, Elvira deixaria o veículo.

Em 2016, depois de cinco anos longe das redações, Elvira publicou uma longa reportagem multimídia na Agência Pública sobre concessões de TV na Amazônia Legal. Ela continua produzindo pautas e alega que “se você é repórter e vê um fato, não pode ignorar. Sempre carrego na bolsa gravador, o bloco de anotações e caneta. Nunca perdi esse hábito”.

A sessão de homenagens à Elvira Lobato será durante o décimo primeiro Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, no dia 23 de junho, em São Paulo. No evento, um mini documentário sobre a carreira da jornalista vai ser exibido. 

quinta-feira, 31 de março de 2016

TV Digital: Uma discussão que é adiada junto com a lei


Muitos questionamentos devem ser feitos antes de se desligar completamente o sinal analógico. Será que todas as emissoras pequenas tem o suporte para transmitir em sinal Digital?


Se a resposta for negativa, pode acontecer um fenômeno prejudicial para a cultura brasileira. Algumas redes regionais de TV passariam a exibir somente conteúdo nacional, fazendo com que as culturas regionais fiquem mais fracas e as pessoas assistam programas que só falam do eixo Rio-São Paulo.

Outro questionamento é as pessoas que não têm condições de comprar um aparelho digital e tampouco uma TV Digital. Elas ficarão sem acesso à Televisão?

Bom, talvez isso possa ser um lado bom, já que, a programação da TV Aberta brasileira deixa muito a desejar no aspecto qualidade de informação.

O mais urgente de tudo isso, é que de acordo com a nova lei, temos até o início do ano que vem para "digitalizar" todo o território nacional.

Vamos conseguir?

USCS visita "Folha da Manhã"

Entrada da Folha de S. Paulo
Na penúltima quarta-feira, dia 23, os alunos do quinto semestre de jornalismo da USCS realizaram uma visita à redação da Folha de São Paulo. Os estudantes viram o dia a dia da redação do jornal impresso, on-line e das revistas do grupo Folha. Lá, foram sanadas dúvidas sobre o mercado de trabalho, como trabalhar no veículo e quais as principais diferenças entre a web e o papel.

A excursão foi idealizada pelo professor de jornalismo na web Luciano Cruz, juntamente com a coordenação do curso. Principalmente para aqueles que desejam seguir carreira no impresso, a visita foi muito informativa, uma vez que eles observaram a falta da gritaria, que pe comum em tantos filmes. A redação era calma, editores e repórteres compartilhavam o mesmo espaço.

Jornalistas da editoria de esportes assistiam a jogos. Na editoria mundo, procuravam informações nas agências de notícias. No setor de economia, todos estavam sérios e centrados, o único barulho fora os teclados e passos era o dos alunos curiosos.

Na editoria ilustrada, caderno de cultura da Folha, foi visto uma pasta azul com o nome da colunista Mônica Bergamo. Muitos se perguntaram "será que é a mesa dela?", mas como não a viram por lá, a dúvida persiste. 

Todos gostaram muito da oportunidade de visitar a redação, só não tiveram como deixar o currículo no RH. Como foi explicado, infelizmente o processo não é tão simples assim. Para entrar, o caminho é somente o blog da Folha, aonde a equipe posta vagas e abre concurso para trainees no portal “Trabalhe na Folha”. Quem sabe numa próxima vez, algum deles não volte lá a trabalho.

Estudantes do quinto semestre de Jornalismo da USCS

quinta-feira, 24 de março de 2016

Engajamento jornalístico nas redes sociais: Zero Hora lidera

Ilustração: Blog Perguntas para Tags
O engajamento nas Redes Sociais é essencial para os jornais impressos. Mostra que a credibilidade das empresas jornalísticas não está comprometida.

Há pouco tempo os meios de comunicação tradicionais perceberam que a internet é, de fato, o futuro das notícias, mas, antes tarde do que nunca.

Resta agora para os pesquisadores da área de Comunicação analisar como estão sendo feitas essas divulgações. Se pura e simplesmente um copia e cola, ou se há uma preocupação em tratar a linguagem para os novos meios.

Leia a matéria do Portal Comunique-se.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Afiliada do SBT aposta em Webjornalismo

O webjornalismo vem ganhando força nos meios de comunicação. Cada vez mais, as emissoras estão investindo em conteúdos on demand. As iniciativas jornalísticas para atualizar as plataformas  são louváveis, mas ainda precárias.

Talvez falte alguma iniciativa no estilo on demand voltada exclusivamente para o jornalismo.

A afiliada do SBT no Paraná, controlada pela família Massa está lançando um portal para cobrir notícias da região. 22 jornalistas foram contratados para o portal.

Acesse a matéria do Portal Comunique-se.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Venha praticar jornalismo com a gente!

A Ajo está com vagas para monitoria remunerada (bolsa parcial) e voluntária. 
Aqui, o estudante desenvolve todo o aprendizado que obtém em sala de aula, realizando a cobertura de diversos eventos promovidos pela USCS, praticando diariamente a linguagem radiofônica, produzindo matérias para nossas mídias online, e claro, para diversos programas da Plug Rádio USCS! 

Nós trabalhamos bastante mas também nos divertimos muito!

Obs: temos cafeteira e uma máquina de pipoca.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Chatô - O Rei do Brasil, a sátira de um ameríndio


A chanchada de Chatô finalmente pode já ser vista. A vida do “rei do Brasil” é mostrada por meio de um grande espetáculo televisivo . Assim como no livro, o longa se inicia com a cena de Chateaubriand e sua filha Teresa comendo bispos portugueses, tal como fizeram seus ancestrais Caetés. Para ele, essa era uma forma de divulgar e relembrar a origem de seu sangue ameríndio.

Com muito humor e um ótimo elenco, o filme usa personagens históricos (como o próprio Chatô e Getúlio Vargas) e ficcionais baseados na realidade, como acontece com Carlos Rosemberg, um híbrido de Carlos Lacerda e Samuel Wainer. Apesar de engraçado, pode-se aprender muito sobre como era a imprensa daquela época, a relação entre anúncios e notícias e as especulações políticas.

Outra coisa interessante são as filmagens antigas de “pouca qualidade”, que dão um tom a mais de sátira. Que Chatô é um ser onírico da mídia brasileira, não há duvidas. Mas o retratam de uma maneira caricata, pouco condizente com a realidade. As amostras de sua falta de ética são geniais, porém, em alguns momentos a narrativa transita entre realidade e ficção.

No longa, a retratação de Doutor Assis tem plena confiança no seu modo de ser. Chatô afirma em seu julgamento “eu não sou esse monstro que vocês dizem que eu sou”, de repente, com um sorriso irônico, ele saca um maço de dinheiro e completa “sou muito pior...”. E assim se encera a história do melhor brasileiro em ser o pior ser humano que a mídia desse país já teve.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Chatô: 20 anos para as telas e três meses para a internet

Demorou 20 anos para o longa Chatô ser exibido nas telonas, mas apenas três meses para chegar à Netflix. O serviço de streaming adquiriu os direitos sobre Chatô - O Rei do Brasil, que está disponível no online desde o dia 20 de fevereiro.

Cínico, debochado, mulherengo e extrovertido, Chatô era uma figura polêmica por natureza, não apenas pelos seus atos mas também por suas crenças. Fez fortuna e fama através de seus jornais, os Diários Associados, mas defendia com unhas e dentes que “anúncio é dinheiro, notícia é perfumaria”. Fundou a Rádio Tupi e depois a TV Tupi, muito de olho no quanto poderia lucrar em cima de patrocinadores, se atendo à qualidade do material apenas como meio de justificar o custo dos comerciais. Investiu em arte e ajudou a fundar o MASP (Museu de Arte de São Paulo), porque isto lhe ajudaria a alcançar o que mais queria: poder.

O filme começou a ser produzido em 1995 e foi interrompido em 1999. O material foi engavetado devido à suspeita de que, na primeira tentativa de lançar-se como diretor, Guilherme Fontes tenha se envolvido em um grande escândalo de mau uso de verbas governamentais destinadas ao cinema e à cultura. O filme só foi concluído em 2015.

A vida de Chateaubriand é analisada a partir de um AVC, que o faz delirar com um julgamento, onde antigos amores e desafetos se unem para o acerto de contas. Trata-se de uma proposta semelhante à do musical "O Show Deve Continuar", dirigido por Bob Fosse, onde um diretor de cinema também mulherengo vê sua vida passar diante de seus olhos a partir de um enfarte.

Dois importantes personagens do filme são ficcionais: Vivi Sampaio (Andréa Beltrão), que reúne muitas características de Aimée Soto-Maior de Sá, figura da sociedade carioca, e Carlos Rosemberg, como um fictício híbrido de Samuel Wainer e Carlos Lacerda.

Fontes: Adoro Cinema e Omelete.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Livro: Jornalista Esportivo


Ser jornalista esportivo não se baseia apenas em gostar de esportes e acompanhar os jogos. E disso, Paulo Vinícius Coelho  (ou PVC, como é conhecido no mundo futebolístico) sabe bem, então escreveu o livro “Jornalismo Esportivo”. Um leitura importante para quem deseja entrar e atuar no mundo dos esportes.

Primeiro o autor deixa bem claro que a área não se resume apenas em futebol. Apesar de ser a modalidade mais amada, existem muitas outras a serem exploradas. Além disso, aborda histórias do futebol e a história do próprio  jornalismo esportivo, como por exemplo, a forma com que esse seguimento surgiu.

PVC também faz uma análise sobre o mercado de trabalho e as diferentes formas de atuação nas diversas plataformas existentes. Além disso, o livro conta com dicas para conseguir ingressar nesse meio, para escrever textos sobre estes seguimentos e de como separar seu lado torcedor de seu lado profissional.

O livro é curto e tem uma linguagem simples, mas traz fatos baseados nas experiências da profissão de PVC. 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Crise ética no jornalismo causa "vergonha alheia"

Créditos: Reprodução
O incidente envolvendo o jornal mineiro Edição do Brasil e o jornalista e Doutor em Ciência Política Leonardo Sakamoto demonstra a falta de credibilidade que os veículos dão para o setor de apuração, uma das premissas do bom jornalismo. Essa falha ética mostra como as entrevistas por e-mail também têm de ser revistas, principalmente quando sendo intermediadas por assessoria de imprensa.

Outra discussão que pode ser tirada desse ponto é até que ponto um assessor de imprensa pode falar pelo entrevistado. Na verdade, isso não deveria acontecer de forma alguma, mas, episódios como esse mostram que é um problema muito real e presente no cotidiano jornalístico.

Erro de interpretação, falta de apuração ou má-fé. Não importa. Deve-se abrir uma investigação para saber de onde veio mais esse erro grave na imprensa brasileira. E nós da Academia devemos refletir o por quê de erros assim acontecem com profissionais no mercado de trabalho.

Há de se temer que a contaminação da pós-modernidade de Bauman esteja afetando a ética dos profissionais da imprensa e também de assessoria, que, sedentos pela notícia e pela resposta rápida cometem erros do tipo.


Leia a matéria do Portal Imprensa

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ofício de jornalista na era da instantaneidade

Desde a popularização da internet, o jornalismo vem sofrendo uma espécie de "crise de identidade", principalmente agora, com ao boom dos dispositivos móveis e das redes sociais, se tornando, cada vez mais instantâneas. Todo mundo já está cansado de saber que as redações estão ficando enxutas e o profissional tem que ser cada vez mais polivalente.

Foto: UFRRJ
Toda essa interação que as novas mídias trazem, nos fazem refletir sobre coisas cotidianas que poderiam se tornar menos o trabalho do jornalismo. Hoje, com aplicativos como o Waze, qualquer pessoa pode reportar algum problema no trânsito de São Paulo, desde um buraco até um acidente grave. Isso poderia ser considerado como um possível "começo do fim" do ofício de jornalista como conhecemos - e realmente foi -, mas não do jeito que imaginamos. Emissoras de rádio e televisão continuam noticiando o trânsito (usado aqui como exemplo) nos principais jornais, só que, agora, com o auxílio da tecnologia, ou seja, na TV Globo, por exemplo, a página do Waze é aberta no telão e as informações são apuradas e colocadas posteriormente no ar. Isso mostra, também, como é valioso o trabalho de apuração para as mídias.

Fazer jornalismo na internet, por muito tempo, limitava-se simplesmente em passar os textos do papel para o digital, o que, claro, não funciona. Os profissionais demoraram a encontrar alternativas rentáveis (afinal, deve-se lembrar que o jornalismo é, sobretudo, um ofício cada vez mais capitalista) para escrever nas novas plataformas.

Hoje, portais como A Pública, Estadão, Uol, entre outros, fazem reportagens para a Plataforma Digital, que na verdade são uma nova forma de enxergar o jornalismo, utilizando-se de todos os recursos que as novas plataformas podem oferecer ao leitor/ouvinte/espectador/internauta.

Estamos presenciando o começo de uma revolução, que não pode (e não vai) parar somente na internet, deve chegar aos outros meios, como televisão e rádio. Os estudantes de jornalismo entram na Universidade sem sequer ter ideia do que pode acontecer nos próximos anos. Ou seja, no mundo dos "Flashs" e "Mercúrios", você aprende algo que, daqui a quatro anos, já se modificou totalmente.

A empresa de Streaming Netflix anunciou que pode investir em jornalismo nos próximos anos. Isso pode ser mais uma alternativa para quem espera entrar no mercado em breve. Mas será que isso não vai mudar até lá?

Tempos Líquidos?

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O multiprofissional

Foto: Divulgação
Após a globalização e as mudanças políticas, econômicas e sociais, os profissionais da comunicação se deparam com um novo desafio. A partir da inserção da internet, não temos mais que esperar a edição do jornal do dia seguinte para se informar. Temos fácil acesso a informação, e junto a isso, houve um amadurecimento dos telespectadores. As plataformas mudaram gerando maior interatividade com os leitores, e cabe ao profissional conhecer as diversas ferramentas e utilizá-las em prol do seu trabalho.

Segundo a jornalista Teca Martins, "hoje, comunicadores devem ir além do seu diploma de jornalista, radialista etc. Espera-se que ele tenha iniciativa, criatividade, amplo conhecimento geral, além de ser maleável e se adaptar às mudanças do mercado. É necessário que o comunicólogo conheça bem o seu público e analise bem os fatos, buscando pautas interessantes a fim de chamar a atenção do leitor em meio a milhares de informações que chegam até  eles".

Muitas vezes a comunicação é julgada como uma campo muito restrito, mas Daniel Pires, formado em rádio e TV na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), é uma prova dessa versatilidade de quem faz comunicação social. Ao ingressar no mercado, na Rádio ABC, ele acabou caindo na área jornalística, entrando com boletins ao vivo, pensando em pautas etc. Depois de um tempo, ele criou uma série especial dentro da rádio sobre ditos populares. Além da criação da parte jornalística, também pôde editar o produto. "Eu vi que dava para unir essas coisas, nós somos multimídias", contou Daniel. 

O segredo está em manter a mente aberta e entender que comunicação social é um todo: vai além da habilitação que você escolheu, e esse pode ser um diferencial na hora de arrumar um emprego. "Hoje em dia é necessário sair da faculdade preparado para produzir, apresentar, fazer entrevistas, coletar dados e tudo mais. Você nunca sabe a oportunidade que te espera lá na frente”, afirmou Thiago Monteiro, também formado em Rádio e TV, pela Universidade Metodista.

Cabe ao profissional também utilizar as novas tecnologias em prol do seu trabalho, não se acomodar, estar sempre buscando novas informações, aprimorando seu conhecimento e inovando, afinal, ser um comunicador é acima de tudo vender a sua ideia e sua capacidade de pensar. 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Jornalista Cynthia Benini é demitida do SBT

Foto: Lourival Ribeiro/ SBT

Nesta semana, a apresentadora do SBT Cynthia Benini foi demitida por se envolver em polêmicas na emissora, como chegar atrasada ao trabalho e faltar a um plantão no fim de semana.

A jornalista começou a ganhar espaço depois de ter participado do programa "Casa dos Artistas", em 2002. A partir daí, ganhou elogios de Sílvio Santos e apresentou programas jornalísticos no SBT.

Mais informações clique aqui.