home historia Infojorn radio video olharsocial equipe
Mostrando postagens com marcador uscs jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador uscs jornalismo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CBN lança nova campanha publicitária

A nova campanha publicitária da rádio CBN, que será lançada na segunda-feira, dia 22, terá o tema "Conhecimento no fim do labirinto", em comemoração aos 23 anos da rádio.

A ação será composta por vídeos e banners protagonizados pelos apresentadores e comentaristas da rádio, como Carlos Alberto Sardenberg, Max Gehringer, Mílton Jung, Octavio Guedes e Lilian Ribeiro.

A Zoégas Comunicação é a responsável pelo desenvolvimento do trabalho, que promoverá veiculação dos vídeos na TV e na Internet. A previsão para a divulgação é de um mês.

Confira abaixo o vídeo com o comentarista Max Gehringer:






quarta-feira, 21 de maio de 2014

20 mil jornalistas na Copa do Mundo


  Desde a noticia que o Brasil seria o país sede da Copa do Mundo quase 20 mil profissionais de TV, rádio e internet já estão de olho no nosso país,profissionais dos cinco continentes acompanham o nosso dia a dia e destes 20 mil apenas 20% são brasileiros.
  A imprensa ficará no Riocentro, na Zona Oeste e no Forte de Copacabana. O governo federal está montando o centro aberto de mídia.


Fonte: G1


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Prêmio Abril 2014


O Prêmio Abril é um dos maiores prêmios de jornalismo do país e, esse ano, contou com 30 categorias.
Nessa edição o site da Veja SP e a revista Superinteressante foram premiados, respectivamente, como site do ano e revista do ano.
A revista EXAME venceu quatro categorias do prêmio:
Categoria de aplicativo, pelo web app  EXAME.com, feito para smartphones e tablets.
Categoria de matéria completa de Negócios e Carreira, com a reportagem "O sonho acabou?", sobre a derrocada de Eike Batista, de maio de 2013.

E na categoria de edição digital de revista, pela equipe.

Fonte: EXAME


quinta-feira, 10 de abril de 2014

SIP cobra a federalização de crimes contra jornalistas


A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) solicitou ao Congresso Brasileiro mais urgência na decisão e aprovação da lei que “determina a federalização dos crimes cometidos contra jornalistas no exercício da profissão”.
Este projeto que está parado há mais de um ano na Comissão de Constituição e Justiça do Senado poderia “dar fim à impunidade e evitar qualquer tipo de pressão contra juízes, fiscais, jurados e testemunhas”.
O pedido da SIP está nas recomendações finais, divulgadas na segunda-feira no encerramento do encontro, que reuniu cerca de 200 jornalistas e editores em Barbados. “Uma medida legislativa sobre federalização pode ser bem vinda.”, afirma o diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira. Mas ele entende que a impunidade “é um problema que alimenta a violência em todos os setores da sociedade brasileira”.

A entidade também pede que o Congresso brasileiro adiante a instalação do Grupo de Trabalho dos Direitos Humanos para Profissionais da Comunicação. O objetivo é criar um observatório da violência contra jornalistas, que lutaria por um encaminhamento mais eficaz à punição dos crimes. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Como os recrutadores olham para nós Focas

A revista Imprensa debateu recentemente a qualidade do curso de jornalismo no Brasil. Para isso os repórteres Guilherme Sardas e Jéssica Oliveira, entrevistaram diversos jornalistas, especialistas e coordenadores de alguns dos maiores programas de treinamento do país.

Com base nesta série de entrevistas publicadas entre os dias 4 e 8 de março de 2013 no Portal Imprensa, apresentaremos aqui o que os responsáveis pelos programas de treinamento dos jornais Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo, O Povo e da Tv Globo acham sobre os cursos de jornalismo do Brasil e os jornalistas por eles formados atualmente.


A editora-interina de Treinamento da Folha, Alessandra Balles, declarou sentir que “as faculdades não formam alunos nem com bagagem cultural/teórica, nem com experiência prática”, além disso há “a falta de jornais-laboratório (impresso, online, em rádio ou TV)”. O maior prejudicado por essas deficiências acaba sendo o jornalista recém-formado, que se vê diante de um mercado cada vez mais exigente e competitivo.

Para ela, a grade curricular deveria ser revista a cada ano, afim de acompanhar as necessidades do mercado, ou seja, “saber que as empresas jornalísticas precisam cada vez mais de profissionais capazes de atuar em várias plataformas, mas que tenham bagagem cultural para a produção de textos analíticos e aprofundados, ágil etc”.

Balles explica que a maior dificuldade dos selecionados no programa de treinamento da Folha é “a de ter boas pautas”, pois nossa geração, acostumada com as facilidades da internet, não possui o hábito de “abrir os olhos e ouvidos para a vida real”. Além disso, existe uma “falta de capacidade de improvisar”, o que pode ser resultado também da reduzida de prática de redação exigida nas faculdades. “Um estudante de jornalismo deveria escrever pelo menos um texto por dia, treinar clareza, concisão, agilidade”, afirmou.

Por outro lado, a editora-interina ressaltou que um dos pontos positivos dos “profissionais que saem das faculdades de jornalismo estão mais por dentro de como é a realidade da profissão, sem glamour, com longas jornadas, plantões”.


Marilena Oliveira, assistente da coordenação dos Cursos de Jornalismo de O Estado de São Paulo, classificou essa nova geração de jornalistas como profissionais de “cabeça aberta”. Segundo ela, “essa geração vem com uma cabeça que pode tanto escrever para a internet, rádio, impresso ou TV. Falta treino, mas ela tem a cabeça aberta”.

A profissional entretanto alertou: “Se o estudante chegar escolhendo, vai dançar. Não importa mais se vai fazer jornalismo na internet, rádio, TV, o repórter tem que ter qualidade, cuidado de apuração, ouvir várias fontes, ter ética”.

“O aluno tem que ser responsável pela sua formação. Por a culpa na faculdade é um tiro no pé”, concluiu.




Gabriela Cannela, analista de RH e responsável pelo programa de estagiários do jornal O Globo, observou que em nossos dias, “o profissional de jornalismo tem que ser um profissional que entende de tudo”. E “ele não pode começar já querendo só isso ou aquilo”.

Uma das dificuldades apresentadas pelos candidatos para o programa de estágio de O Globo, é a questão da escrita. “O candidato tem que saber escrever e bem. Sem erros de português, de concordância… Sentimos uma piora nesse aspecto.”

Mas o que realmente diferencia um candidato do outro? Segundo ela, é a bagagem cultural. “A pessoa que saiba conversar, que saiba se expressar bem, conhecer de vários assuntos. Você sente isso quando conversa com o candidato.”




Plínio Bortolotti, jornalista e diretor Institucional do Grupo de Comunicação O Povo, queixou-se de que “um dos principais problemas práticos é a dificuldade que boa parte dos estudantes têm em organizar um texto que faça sentido, com coerência e coesão. Ou seja, eles têm dificuldade em contar- ou relatar – uma história com começo, meio e fim”.

Apesar da falta de experiências culturais, históricas e até sobre conjuntura, Bortolotti vê na maioria dos selecionados uma vontade de aprender e um ânimo em seguir a carreira de jornalistas.

Questionando ainda a formação dada pelas faculdades atualmente, o diretor de O Povo acredita que a faculdade deveria “dar uma boa formação teórica, despertar nos alunos o desejo de conhecimento, e lhes ampliar o repertório cultural e humanístico”, pois na sua opinião, “a prática é mais fácil de aprender. Em seis meses em uma redação um recém-formado, se tiver boa formação, vai conseguir dominar os instrumentos básicos para se iniciar na profissão”.




Claudia Jorge, supervisora Executiva de RH do Programa estagiar da TV Globo alegou que “muitos dizem ter interesse em TV mas não conhecem com profundidade as diferentes mídias”.

Segundo ela, os estudantes tem apresentado diversas habilidades e competências, dentre elas estão “a facilidade com a tecnologia, viver experiências novas e inovadoras e amplitude cultural.”

A profissional alerta entretanto que “o relacionamento interpessoal deve ser aprimorado, pois atualmente os estudantes constroem relações informais por meio de mídias sociais utilizando a tecnologia. Quando chegam à empresa precisam rever esse formato, pois não sabem como lidar com as relações interpessoais mais formais”.

“O domínio da língua portuguesa é fundamental”, conclui.

Fonte: Casa dos Focas

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jornalistas de 65 países pediram autorização para cobrir conclave

A eleição do sucessor do papa emérito Bento 16 chama a atenção da imprensa mundial. Pelo menos 4.812 jornalistas, de 1.400 veículos de imprensa, de 24 idiomas e 65 países, obtiveram credenciais (autorização) para a cobertura do conclave, que começa amanhã (12). Porém, até o último domingo (11) o número de pedidos era 5.256. Antes da concessão de autorização, o Vaticano busca informações sobre os profissionais e os veículos que representam.        

ESCOLHA DO NOVO PAPA

De acordo com o Vaticano, estrutura semelhante ocorreu quando o papa João Paulo 2º morreu, em 2005, e, em seguida, houve a eleição de seu sucessor Bento 16. Porém, na tentativa de organizar a cobertura, predominam os sistemas de sorteio e pool (quando um veículo é responsável pela transmissão de imagens e informações para os demais).

O Vaticano montou uma estrutura específica para a cobertura do conclave. Há uma sala de imprensa na Santa Sé com direito a informações e imagens enviadas pela Rádio Vaticano, o Centro Televisivo Vaticano e o Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais e da União Europeia de rádio FM (EBU).

A equipe de imprensa do Vaticano é eficiente e cuidadosa: em geral, transmite informações em vários idiomas em tempo real. Mas o conteúdo atualizado com mais frequência é o divulgado em italiano.

No centro de imprensa são definidas 18 posições para os cinegrafistas, 21 cabines para os repórteres de rádio e espaço para 28 emissoras de televisão. Apesar do esforço para a organização, o espaço é insuficiente para a quantidade de jornalistas presentes na cobertura. Muitos tentam evitar o uso da sala de imprensa em busca de informações diferenciadas e da garantia de internet.

Fonte: Agência Brasil