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Mostrando postagens com marcador Rodrigo Vasconcellos. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Jornalismo Automotivo em livro para os amantes de carros

Para quem deseja saber mais sobre jornalismo automotivo, Paulo Campo Grande, ou PCG como é conhecido, escreveu toda a sua experiência nesta área em um livro.

A obra “Jornalismo Automotivo – Histórias & Dicas” da editora B4 Editores consiste na produção de diversas matérias sobre o setor em 17 capítulos, e conta ainda com algumas lembranças de suas histórias na carreira. Paulo explica que a ideia surgiu como base em uma consagrada coleção de livros didáticos da Editora Contexto, que traz algumas obras como: Jornalismo Cultural, de Daniel Piza, Jornalismo de Rádio, de Milton Jung, e a Arte de Fazer um Jornal Diário, de Ricardo Noblat.

Inicialmente foi pensada apenas para estudantes curiosos e interessados no assunto, porém o autor estendeu para os colegas de profissão, aumentando ainda mais a expectativa para o lançamento.

“É um livro em que o leitor não precisa seguir uma sequência. Cada capítulo aborda um assunto diferente, bem como um guia deve ser”. Nele, detalho, por exemplo, como é o dia a dia em um campo de provas, o trabalho em uma assessoria de imprensa desse segmento, falo sobre dinâmica veicular, faço reflexões sobre o relacionamento com fontes, com os carros de fábricas e com os leitores. Este último ponto inclusive ganhou muita importância nos últimos anos, já que hoje você está muito mais exposto por causa das mídias sociais”, conta Paulo.

Sobre o tempo que levou para produzir a obra, Paulo diz que escrevia pouco, e que começou quando sua filha era mais nova, e que não tinha muito tempo para se dedicar: “Como era um projeto pessoal, eu escrevia pouco, ficava dois meses sem escrever, relia e escrevia novamente. Teve capítulo, por exemplo, que descartei por inteiro. Além disso, peguei uma época em que minha filha, que hoje tem 15 anos, ainda era nova e exigia mais a minha presença. Com tanta responsabilidade, confesso que demorei mais do que o necessário”.

Paulo Campo Grande é formado em jornalismo pela FIAM, e hoje trabalha como editor de Testes na revista Quatro Rodas.

O livro tem 155 páginas e o preço sugerido é de R$24,90.

Fontes: Portal dos Jornalistas e Vrum.com.br

domingo, 24 de agosto de 2014

Jornalismo gastronômico não é novidade

Teve início no último dia 16, um novo curso de Jornalismo Gastronômico na cidade do Rio de Janeiro, oferecido pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha).

As aulas são destinadas a estudantes de qualquer graduação, que sejam interessados em usar a comida como forma inicial de descobrir e entender culturalmente a sociedade em que vivem.

“O tema alimentação toca em diversas áreas de conhecimento, como História, Nutrição, Gastronomia, Biologia, Marketing e Economia”, explica Juliana Dias, Membro do Conselho de Segurança Alimentar do Município do Rio de Janeiro.

Juliana afirma que há um esforço interdisciplinar no tema trabalhado, e o curso recebe ainda um chef de cozinha que tem o papel de mostrar aos alunos como funciona a comunicação na gastronomia, e também quais as oportunidades que uma pessoa que cursa Jornalismo Gastronômico têm.

“As possibilidades que temos para atuar com Jornalismo Gastronômico são em áreas como educação, políticas públicas (saúde, agricultura), marketing e comunicação popular para temas como agroecologia, educação alimentar, meio ambiente e ética”, conta Juliana.

Para saber como funciona um curso de Jornalismo Gastronômico, acesse: http://www.facha.edu.br/

Fonte: Jornal Extra/RJ

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Perfis de Jornalistas são alterados na Wikipédia por computador do Planalto

A Rede de Computadores do Palácio do Planalto foi utilizada para alterar perfis dos jornalistas Carlos Alberto Sardenberg e Miriam Leitão no site Wikipedia.



O portal, que foi usado para incluir as informações, é uma espécie de enciclopédia virtual, e pode ser modificado por qualquer pessoa, no entanto, as alterações não são nomeadas, ou seja, não registram o nome de quem fez a mudança (somente se o usuário preferir). O site salva o número de IP – “Internet Protocol”, um número que identifica a rede utilizada, e neste caso, o número se refere a rede do Palácio do Planalto.

A jornalista Miriam Leitão teve seu perfil alterado três vezes, afirmando que as análises econômicas feitas por ela são “desastrosas”. “Tudo o que foi incluído por esse computador do Palácio do Planalto no meu perfil é mentira. É mentira, é mentira que eu defendi o Daniel Dantas, é mentira todas aquelas informações que eles colocaram lá e isso aí está no capítulo da calúnia e difamação. Isso é que é grave, porque foram falsidades colocadas no meu perfil”, declarou a jornalista.

Já no caso de Sardenberg, o texto diz que o jornalista critica a política de corte de juros do governo por ser irmão de um economista da Federação Brasileira de Bancos.
“Primeiro que eu tenho cinco irmãos e duas irmãs, com profissões diferentes. Um é médico, outro é médico, um é agrônomo, outro é matemático. Te jornalistas. Quer dizer, a profissão e o trabalho dos irmãos não pode limitar o seu trabalho. Isso aí não tem nenhuma, nenhuma, digamos assim, nenhuma lógica. Nenhuma consistência”, afirmou o jornalista.

Mesmo que as alterações tenham sido feitas há quase 15 meses, alguns especialistas afirmam ser possível saber quem acessou a Wikipédia. No entanto, é preciso verificar no servidor de rede do Planalto qual computador fez a solicitação de acesso, e por meio do mac adress (endereço físico do computador), identificar qual foi o usuário que fez o login e acessou o site.

Diante disso, o diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade, Carlos Affonso Souza explica: “Uma vez cadastrado o endereço mac no servidor de rede, se torna fácil você identificar qual usuário desempenhou qual atividade, em quais dias. Ou seja, você pode ter um rastreamento mais fácil de um usuário dentro de uma rede. Agora, vale dizer que a informação cadastrada de um endereço mac ela pode também ser apagada e essa informação pode nem mesmo ainda ser detida ou ser de fácil acesso pelo gestor de rede. Nesses casos, um perito em segurança certamente poderia me buscar, levantar e averiguar quem efetivamente armazenou os dados, como esses dados foram apagados, tudo para facilitar a chegar à autoria de uma determinada atividade desenvolvida na internet”.

Com isso, a Associação Brasileira de Imprensa, a Associação Nacional de Jornais, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e a Federação Nacional dos Jornalistas manifestaram preocupação com o caso e cobraram da presidência da República uma apuração rigorosa do caso.