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Mostrando postagens com marcador Thais Sanches. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Facebook produz “manual” para ajudar internauta a identificar notícias falsas

Foto: Divulgação


Nesta semana, a rede social começou a distribuir para os usuários um “manual” que dá dicas para identificar noticias falsas veiculadas.

Ao todo, o conteúdo que tem apoio da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji- e do Instituto de Tecnologia & Sociedade do Rio, conta com 10 dicas, entre elas, conteúdos humorísticos, que são divulgados por páginas sensacionalistas e de humor, que podem confundir o leitor a entender se no caso a notícia é verdadeira ou faz parte de uma sátira.

Veja, abaixo, a íntegra do “manual”.

Foto:Divulgação


Seja cético com as manchetes. Notícias falsas frequentemente trazem manchetes apelativas em letras maiúsculas e com pontos de exclamação. Desconfie!

Olhe atentamente para a URL. Uma URL semelhante à de outro site pode ser um sinal de alerta para notícias falsas. Muitos sites de notícias falsas imitam veículos de imprensa autênticos fazendo pequenas mudanças na URL. Você pode ir até o site para verificar e comparar a URL de veículos de imprensa estabelecidos.

Investigue a fonte. Certifique-se de que a reportagem tenha sido escrita por uma fonte confiável e de boa reputação. Se a história for contada por uma organização não conhecida, verifique a seção “Sobre” do site para saber mais sobre ela.

Fique atento a formatações incomuns. Muitos sites de notícias falsas contêm erros ortográficos ou apresentam layouts estranhos. Redobre a atenção na leitura

Considere as fotos. Notícias falsas frequentemente contêm imagens ou vídeos manipulados. Algumas vezes, a foto pode ser autêntica, mas pode ter sido retirada do contexto. Você pode procurar a foto ou imagem para verificar de onde ela veio.

Confira as datas. Notícias falsas podem conter datas que não fazem sentido ou até mesmo datas que tenham sido alteradas.

Verifique as evidências. Verifique as fontes do autor da reportagem para confirmar se são confiáveis. Falta de evidências sobre os fatos ou menção a especialistas desconhecidos pode ser uma indicação de notícias falsas.

Busque outras reportagens. Se nenhum outro veículo na imprensa tiver publicado uma reportagem sobre o mesmo assunto, isso pode ser um indicativo de que a história é falsa.

A história é uma farsa ou uma brincadeira? Algumas vezes, as notícias falsas podem ser difíceis de distinguir de um conteúdo de humor ou sátira. Verifique se a fonte é conhecida por paródias e se os detalhes da história e o tom sugerem que pode ser apenas uma brincadeira.

Algumas histórias são intencionalmente falsas. Pense de forma crítica sobre as histórias lidas e compartilhe apenas as notícias que você sabe que são verdadeiras.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

School of Data abre inscrições para bolsas internacionais

Foto: Divulgação
O programa de fellowship pretende recrutar e treinar pessoas para ampliar seus conhecimentos e alfabetização em jornalismo dados. Os cadastros podem ser feitas até o dia 16 de abril. A School of Data procura pessoas com uma rede de contatos com organizações ou pessoas, que tenham vontade de aprender mais sobre a área.

Dez vagas estão abertas, e é preciso ser fluente em inglês e ter um conhecimento prévio em dados. O projeto é financiado pelas organizações internacionais: Internews/USAID, Open Data For Development (World Bank & IDRC), Hewlett Foundation & Open Society Foundations, Natural Resources Governance Institute e Publish What You Pay.

O jornalista pode ser selecionado em atividades online e offline, com suas comunidades locais. Um ‘Summer camp’, mas o local ainda vai ser decicido, tudo custeado pelo programa. Os selecionados recebem mil dólares por mês.

Caso tenha interesse, se inscreva aqui!

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Dicas de filmes sobre jornalismo

Estamos próximos das férias, logo teremos algumas horas livres no nosso dia. O que fazer? Bom, eu amo filmes, e acredito que muitas pessoas de comunicação também são apaixonadas pela sétima arte, então por que não (re)ver alguns longas que envolvem nossa profissão?! Abaixo separei 4 filmes que eu adorei ver e espero que vocês também gostem! 

#1 - Cidadão Kane
Com certeza alguém já te recomendou esse filme. Olonga fala sobre a ascensão do milionário Willian Radolph Hearst. Ele conquistou um império do jornalismo e publicidade mundial.


#2 - Rede de Intrigas
O âncora representado por Peter Finch é demitido pelo baixo nível de audiência de seu programa. Após comunicar ao seu público que irá sair da emissora ele também avisa que irá se matar ao vivo. Depois disso a vida dos envolvidos vira de cabeça para baixo.


#3 - O preço de uma verdade
O ator Hayden Christensen é um jornalista que acabou de conquistar seu espaço na equipe principal do jornal The New Republic. Porém, a maioria de suas matérias são inventadas ou copiadas e após o descobrimento de todas suas farsas... Vocês já imaginam o que acontece com a carreira dele, certo?


#4 - O abutre
Jake Gyllenhaal enfrenta problemas financeiros e não tem nenhum emprego formal. Após contato com um acidente ele decide entrar para o mundo do jornalismo policial, gravando diversas ocorrências e vendendo para emissoras interessadas. Particularmente, esse filme me deixou de boca aberta do começo ao fim.


Deixe um comentário sobre o que achou!

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Agressões contra jornalistas é tema de campanha

A Fenaj, Federação Nacional dos Jornalistas, lançou no dia 2 deste mês a campanha “Impunidade é o combustível da violência”. Nesta mesma data é comemorado o Dia Internacional de Combate à Impunidade de Crimes Contra Jornalistas, criada pela ONU em 2013.


A ideia da campanha é mostrar para sociedade brasileira a horrível situação de violência contra profissionais da área de comunicação, como jornalistas, e fotógrafos. De acordo com a Federação Internacional dos Jornalistas apenas um em cada dez casos são investigados, no mundo.
Numa infeliz coincidência, na quarta-feira (02) a repórter fotográfica Marlene Bérgamo foi agredida por policiais em um imóvel ocupado pela Frente de Luta por Moradia, no centro de São Paulo. A fotógrafa do jornal Folha de S.Paulo levou um tiro de bala de borracha a curta distância, e precisou sair do local para receber atendimento médico.

Medidas

Entidades envolvidas na campanha, junto à Fenaj defendem algumas atitudes no combate a violência contra profissionais da imprensa, como: Criação do Observatório da Violência contra comunicadores que seria encarregada de registrar e acompanhar as investigações de agressões. E outra medida que já está em tramitação e deve ser aprovada pelo Congresso, é a federalização das investigações dos crimes, por que os principais agressores são agentes públicos, ou policiais e muitas vezes a influência do agressor atrapalha nas investigações.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Livro-reportagem sobre atentado em Paris está em pré-venda

Paris, sexta-feira 13” relata os horrores vividos na capital Francesa em Novembro de 2015. Para quem não se lembra, uma série de ataques ocorreu naquele dia, incluindo a morte de 89 pessoas na casa de shows Bataclan, no centro da cidade. No total, 129 pessoas foram assassinadas. Os ataques deixaram o país em pânico.

Os jornalistas brasileiros, Liz Fere e Marcos Clementino, queriam informar o público sobre o que estava acontecendo nas ruas de Paris após os ataques do Estado Islâmico. “Paris, sexta-feira 13” foi lançado quase um ano após o ocorrido e está em pré-venda no site Kickante.

As ações estão organizadas em ordem cronológica, contando sobre os terroristas, sobreviventes e vitimas. Porém o trabalho final do livro, como divulgado pelos autores, contou com a ajuda de diversos colegas de área, dentre eles o jornalista Daniel Psenny, do Le Monde.





A pré-venda conta com uma ação de financiamento focado em estudantes de comunicação social. A meta é arrecadar R$ 25 mil até 12 de dezembro. Uma das recompensas para quem colaborar com R$ 350 reais é a realização de uma oficina de vídeo-reportagem e introdução ao jornalismo internacional, lecionado pelos autores.
Para quem colaborar com outra quantia, concorre a uma viagem à Paris, para aproximar os estudantes e jovens jornalistas da rotina de um correspondente internacional, por exemplo.


Se você comprar o livro, passa aqui e conta pra nós o que achou!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Home office e jornalismo: será que funciona?

Home office é um dos grandes temas quando a discussão é trabalhos do futuro. 
Imagine  um dia de chuva. Poder se preservar de todo o aborrecimento no trânsito insano, enchente, transporte público lento e lotado... tudo isso seria evitado se pudesse ficar mais uns minutinhos na cama e trabalhar na sua casa.

Alguns não sabem que é possível sim ser jornalista em casa. Com o constante avanço do mundo digital ficar preso em carreiras engessadas pode não ser produtivo. Mesmo em casa você pode prestar serviços de redação para jornais e revistas, escrever para blogs na internet, fazer assessoria de instituições ou pessoas públicas, produzir reportagens, editar textos, ser ghostwriter, entre outros. Com certeza a escolha de focar em uma das áreas depende da sua criatividade e talento.



Como eu entro nessa? 

Primeiro passo: crie um portfólio. Junte os artigos que fez para a universidade, resenhas dos livros favoritos, críticas de filmes, matérias jornalísticas, tudo que tiver. Melhor do que fazer uma pasta de impressos, é criar um portfólio online. 

Segundo passo: invista na mídia local. Para começar, os veículos da sua cidade ou de cidades próximas são os melhores lugares para adquirir experiência e ter noção do que realmente quer como freelancer.

Bônus: cadastre-se em alguns sites de trabalho remoto, assim você poderá ter uma renda extra escrevendo o que escolher entre as opções oferecidas. Separei três sites com boas avaliações: Workana, Prolancer e Nearjob.

É muito importante saber um pouco de tudo do que está acontecendo, ser organizado, conseguir cumprir os deadlines e ter comprometimento, afinal, mais do que nunca, o sucesso nesse novo ramo de trabalho só depende de você.

E você que já trabalha com home office? Tem alguma dica aos iniciantes? Deixe nos comentários. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Documentários importantes para relaxar e pensar sobre jornalismo

Sabemos que em alguns momentos da vida acadêmica – quase todos – estamos cheios de provas, livros e atividades para entregar. Não devemos tornar um hábito esquecer do tempo livre, da sua vida pessoal e social. Por isso fizemos este post. Pensamos em você, que só quer tirar umas horinhas de descanso antes do próximo trabalho.  

Abaixo listamos cinco documentários que abordam fatos históricos. Todos tem contato com outras perspectivas e como se transformar em um jornalista engajado nos temas políticos e econômicos. Mesmo relaxando é possível absorver conteúdos importantes para nossa profissão. Aproveite!

#1 Triunfo da vontade
Filme alemão de 1935 que retrata o sexto congresso do partido nazista realizado no ano anterior com mais de 30.000 adeptos ao nazismo. A cineasta Leni Riefenstahl tinha grandes conhecimentos técnicos e foi uma grande influência para outros cineastas.

#2 Os catadores e eu
A diretora Agnès Varda documenta a vida dos catadores de fruta que pegam os restos no chão e depois vendem ou doam aos famintos. Ao mesmo tempo Agnès
conversa com eles de política até historias pessoais. Documentário Francês do ano 2000.

Agnès Varda durante a gravação do documentário "Os catadores e eu"
#3 Cinco câmeras quebradas
Em 2005 o governo israelense construiu um muro em uma pequena cidade da Cisjordânia. O motivo deles era de proteger o povoado. Emad Burnat, agricultor local, em forma de protesto grava tudo que está a sua volta.
  
#4 Valsa com Bashir
Dirigido por Ari Folman, é um filme israelita lançado em 2008 durante o Festival de Cannes. Folman é um veterano da Guerra do Líbano de 1982 e ele tenta recuperar as memórias perdidas dos eventos que marcam o massacre de Sabra e Shatila. O filme foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.
  
#5 Diário de uma busca
Aos 41 anos, o jornalista Celso Afonso Gay Castro morreu de forma suspeita. Durante seu exílio na época da ditadura militar ele percorreu países da América Latina. Flávia Castro, sua filha tenta desvendar a causa de sua morte. O documentário recebeu o Prêmio da Crítica no Festival de Gramado.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

STF decidiu o fim da classificação indicativa na TV

Parte do artigo 254 do Estatuto da criança e do Adolescente (ECA) que estabelece multa e suspensão de programas às emissoras de rádio e televisão que transmitirem conteúdos impróprios de acordo com o horário estabelecido pela classificação indicativa foi considerado inconstitucional em julgamento realizado na última quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal.

Com o placar de 7 votos a 3, os ministros alegaram que parte do artigo configura censura prévia e ataca a liberdade de expressão empresarial. A partir da decisão, agora as emissoras apenas precisam informar na tela a indicação etária para o programa, mas com total liberdade de escolher o horário para veiculação de programação desde livre para todos os públicos a maiores de 18 anos.

O relator do caso foi o ministro Dias Toffoli que afirmou não haver horário aurotizado, mas sim recomendado.

Durante seu voto Toffoli também reforçou que o rádio e a televisão só podem “indicar, informar, recomendar, e não proibir, vincular ou censurar”.

No Brasil, precisam ser enviados materiais, exceto jornalístico e esportivo, para análise do Ministério da justiça, juntamente com uma resenha e uma auto classificação, que pode ou não prevalecer.