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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Está sem pauta? Saiba o que fazer!




Desde o momento em que entramos na universidade para cursar jornalismo, tudo o que ouvimos são dicas para apresentar pautas criativas e com conteúdo de qualidade.

O que deveria ser fácil acaba trazendo muitas dúvidas, ainda mais para quem acaba de iniciar o curso, seja pela falta de inspiração ou proximidade, métodos de encontrar temas e fontes ou na busca de transformar um assunto em uma boa reportagem.

Entretanto, o erro de alguns estudantes e jornalistas é de apenas sair pelas ruas ou pesquisando no Google não sabendo qual o direcionamento que dará ao fato.

Os motivos descritos por essas pessoas são a falta de tempo, “garimpando informações momentâneas”, preguiça e até mesmo a falta de conhecimento, deixando então de realizar o levantamento detalhado da pauta.

É por meio desse detalhamento que se ganha mais tempo e consegue-se driblar eventuais problemas que surgirem, mesmo que não tenha seguido o primeiro caminho indicado. 

Agora que sabemos alguns dos motivos, vamos tentar organizar as ideias! Abaixo está um modelo de pauta:

Ideia - Maus tratos contra animais.

Pauta –  Atualmente, não é mais incomum andar pelas ruas e perceber muitos animais abandonados ou machucados. De acordo com uma pesquisa de 2014, realizada pela Organização Mundial de Saúde, existem 30 mil animais abandonados no Brasil.

Planejamento :

Objetivo: Mostrar que o  abandono dos animais ocorre pela falta de condições financeiras ou a desistência de cuidar do animal.

Encaminhamento e Possíveis Fontes: 

#1 Maria do Carmo, 50 anos, Dona de Casa (nome e profissão fictícios)
Pode explicar o motivo de adotar recentemente um gato que foi abandonado no portão de casa e dizer quais as condições em que se encontrava o gato.

#2 Luciano Pereira, 35 anos, Especialista em Crimes contra Maus Tratos em Animais
Mostra como é o funcionamento da lei que protege os animais e as penas que o acusado pode receber.

#3 Felipe conceição, 47 anos, fundador da ONG Diga Sim a Animais 
Explica como é o funcionamento da instituição perante ao resgate de animais abandonados e o motivo da criação da ONG.

Outros caminhos: 

Ideia: Cachorros, gatos e pássaros são regulamentados para ser consumidos? 

Pauta:  Nos dias atuais não é mais incomum andar pelas ruas e perceber que alguns animais exóticos estão sendo utilizados para alimentação.

Um exemplo é no Japão que há um consumo grande de carne de cachorro.

Será que no Brasil os cachorros, gatos e pássaros são regulamentados para o consumo?

De acordo com o Ministério da Agricultura, que controla e fiscaliza os abates no Brasil, não há uma lista que discrimine quais animais podem ou não ser consumidos no país. 

Planejamento:

Objetivo:  Expor as leis que protegem os animais do consumo e as regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. Também trazer opiniões da sociedade ao assunto e mostrar os projetos para combater ou proibir o consumo desses animais.

Encaminhamento e Possíveis Fontes:

#1 Maria do Carmo, 50 anos, Dona de Casa e Juliano Gomes, 75, dono de restaurante
Explicitar o ponto de vista sobre o consumo desses animais domésticos 

#2 Luciano Pereira, 35 anos, Especialista em Crimes contra Maus Tratos em Animais 
Explicação sobre como é o funcionamento da lei que protege os animais diante do consumo de animais domésticos e as penas que o acusado pode receber.

#3 Ana conceição, 48 anos, fundadora da ONG Proteção aos Animais
A fonte explica quais projetos prometem proteção aos gatos, cachorros e pássaros de serem utilizados como alimento. 


Apesar dos encaminhamentos da pauta, esta pode mudar e o repórter deve se manter atualizado para saber qual foco inserir em sua matéria. 

Boa sorte, jornalista! 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Cuba recebe primeiro projeto de Jornalismo de Dados



O PostData.Club é um site de jornalismo de dados lançado em 23 de setembro deste ano por uma equipe interdisciplinar de cinco pessoas, com o objetivo de simplificar as informações de interesse público baseados em dados.

Em sua primeira postagem, o site exibiu temas de identidade e direito à privacidade; e riscos que os cubanos possuem por causa do atual vazamento de informações da Empresa de Telecomunicaciones de Cuba S.A (Etecsa).


A ideia do projeto nasceu no inicio do ano, em uma iniciativa da Jornalista formada em Mídias Sociais Saimi Reyes e o Doutor em Ciências matemáticas Yudivián Almeida. Os jornalistas Ernesto Guerra, Jessica Domíngues e Aymara Vigil se juntaram ao grupo tempo depois.

Antes do lançamento, a equipe trabalhou por seis meses na concepção, desenho, nome e programação do projeto.

Em breve, o Postdata.club pretende publicar informações sobre beisebol, medicina, comércio varejista, cinema, etc.

Para mais informações sobre o projeto, clique aqui.





segunda-feira, 16 de maio de 2016

Contratações temporárias


Em época de crise emergente, altas taxas de mercado, dificuldades de pagar as contas em dia o desemprego passa a ser um problema nacional.
Alguns empreendedores, aplicativos e categorias do mercado buscam novas formas de driblar a crise, uma delas é o MobJob, um sistema que divulga ofertas de trabalho.
Nele a pessoa que busca uma renda extra, ou então, alguns Freela, encontra vagas de interesses variados, entre eles administração, comunicação, música, eventos, arte e etc.
Diariamente o sistema oferece vagas em diferentes agencias e normalmente é para trabalho imediato. Os contratantes sempre informam o loca, a data o horário e o valor.
O sistema pode ser acessado pela internet ou pelo celular, o candidato tem acesso aos sites das empresas contratantes e dos processos de avaliações.

Para saber mais sobre o sistema clique AQUI

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Oficina - Texto e técnica de jornalismo



A oficina ministrada pelo jornalista e colunista Edson Aran terá dicas e métodos que capacitam jornalistas e profissionais da comunicação a se tornarem mais produtivos em suas rotinas diárias.

Para o entrevistador, é necessário o domínio de algumas técnicas, e o curso ministrado por Aran irá trazer informações sobre o modo correto de conversar, conduzir uma conversa, controlar o ritmo da entrevista e apuração.

Além de teoria, o jornalista irá compartilhar suas maiores experiências como editor na Playboy, Sexy e Vip e irá discutir alguns assuntos pontuais:

- Como se preparar para uma entrevista
- Como elaborar uma pauta extensa, com perguntas extras
- Técnicas de abordagem (amigável, confusa, íntima)
- Segredos da playboy (regras estabelecidas por Hugh Hefner)
- Silêncio como aliado
- Edição e fidelidade

A oficina Texto e técnica de entrevista com Edson Aran acontece sábado (14), das 9h às 13h, na Sede da Imprensa Editorial, localizado na rua Camburiú, Alto da Lapa, em São Paulo.

Mais informações AQUI ou pelo telefone 3729-6300.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Dicas para ser um jornalista freelancer no exterior



Morar e trabalhar no exterior podem ser experiências únicas, não só do ponto de vista profissional, mas também pessoal. O conjunto de novos conhecimentos adquiridos a cada dificuldade, a cada nova pessoa e a cada novo idioma que se conhece podem resultar em anos de aperfeiçoamento moral e cultural.

A jornalista inglesa Abigail Edge teve essa experiência quando se mudou para Denver, nos EUA. Ela reuniu um grupo de colegas espalhados pelo mundo que estavam na mesma situação e juntos compuseram uma série de dicas para outros profissionais da área que querem seguir esses passos.

Antes de começarmos, é importante lembrar que, além das vantagens listadas anteriormente, ser freelancer é o tipo de serviço que apesar de não te dar a segurança de um trabalho fixo, pode te dar a liberdade para, ao mesmo tempo, engajar outras atividades que te interessem (como viajar pelo mundo J ). Outro ponto importante é que o jornalista estrangeiro apresenta uma vantagem em relação aos seus concorrentes locais. Ele pode observar, descrever, debater e criticar o que acontece em sua volta de uma perspectiva mais distante, objetiva e diferenciada.

Mas como tudo na vida tem dois lados (pelo menos), trabalhar no exterior não é sempre um mar de rosas. Você terá que pensar em que moeda você será pago. Se você morar em Nova Iorque, por exemplo, mas prestar serviços para uma empresa brasileira, que vai fazer um pagamento em Real, deve-se lembrar da taxa de câmbio e que NYC é uma das cidades mais caras do mundo. Haverá também outras barreiras, como a língua, diferenças culturais, vistos e impostos locais que você terá que enfrentar.

Dois pontos importantes que devem ser levados em conta antes da escolha do local a se trabalhar são estilo de vida e oportunidades de trabalho. Você deve escolher um local que se adeque ao estilo de vida que você quer levar, para que você não tenha que fazer muitas adaptações desagradáveis, ao mesmo tempo que seja um local de relevância jornalística. Londres pode ser uma cidade cheia de fontes, personagens e histórias, mas também é uma cidade cara e onde a concorrência é grande. Thimbu, capital do Butão, fica no meio das montanhas do Himalaia, cercada de templos budistas. Silêncio e paz reinam e não há muita concorrência, mas também não há grande interesse 
internacional na região.

Verifique também quais são as exigências legais para morar e trabalhar no país escolhido. Cada um tem suas próprias regras e, construir um sonho para depois descobrir que o lugar não permite trabalho estrangeiro pode ser bem desagradável.

Lembre-se também que cada local tem suas peculiaridades e que você deve manter uma mente aberta se não quiser enlouquecer. A jornalista americana Rebecca L. Weber mora na Cidade de Cabo, capital da África do Sul, e teve que se acostumar com os constantes blecautes que a cidade sofre. A Inglesa Beth McLoughlin se mudou para o Rio em 2010 e teve que se adaptar ao machismo, à violência e ao “jeitinho brasileiro”.

É importante voltar para o seu país de origem sempre que possível para reabastecer as energias. Fazer amizade com pessoas locais e outros estrangeiros que estão passando por situações semelhantes às suas também ajuda.

Se você já tem contatos de trabalho no seu país, certifique-se de avisar com antecedência todos eles que você está se mudando. Pode ser uma boa maneira de conseguir “freelas”. Antes de sair de casa, conheça os veículos de comunicação do seu destino que te interessam e que possam se interessar pelo seu trabalho. Atualize todas as suas redes sociais com a sua nova localização. Se você não tira fotos, aprenda ou encontre um fotógrafo local. Uma foto exclusiva vai ajudar a vender sua história. E verifique se há uma associação de correspondentes na cidade que você vai estar (a maioria das grandes cidades têm). É uma boa maneira de fazer novos contatos.

Se você está trabalhando para uma empresa da sua terra natal, pergunte como será efetuado o seu pagamento. Você terá que abrir uma conta em um banco local e é possível que ele cobre uma taxa para receber dinheiro estrangeiro. Quem deve arcar com essa taxa é o seu contratante, e não você.

Viver inteiramente só de freelas pode ser um processo demorado. Tenha uma reserva de pelo menos dois meses para evitar dificuldades. Nos primeiros meses, pode ser que você tenha que arrumar um outro trabalho que não tenha relação com jornalismo para se manter, como em um bar ou restaurante. Mantenha sua mente aberta. Faz parte da aventura e da história que você quer contar aos seus netos.

Por fim, trabalhar como freelancer em um país estrangeiro é possível, mas não é para todos. É uma experiência gratificante e uma chance de explorar novos horizontes. E mesmo que você não se adapte, lembre-se que será uma experiência importante de aprendizado. Vai expandir sua visão de mundo e te preparar para outras futuras aventuras que você queira embarcar.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Congresso de Jornalismo homenageia Elvira Lobato

Foto: divulgação
A jornalista Elvira Lobato completa em 2016 quatro décadas de carreira, marcadas por investigações de excelência e fidelidade aos princípios do jornalismo. Ela será homenageada no Congresso da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) deste ano.

Elvira começou a trabalhar como repórter antes de se formar, em 1973, na coluna social da Gazeta do Povo.
Na faculdade, já ouvia que jornalismo era uma área sem futuro, mas para ela “vai existir jornalismo enquanto existir vida na Terra. Sempre vai ter espaço para o jornalismo, com novas adaptações, novos meios, novas mídias, mas a essência de trabalho continua”.

Teve sua primeira reportagem publicada em 1976, no Jornal do Brasil, que conta as histórias de pessoas que moravam em uma das pensões na Rua Catete, no Rio de Janeiro.

A vontade de investigar e a curiosidade de verificar as informações são traços dela como repórter.

Em 1986 Elvira produziu a reportagem que considera como a mais importante de sua carreia, “serra do Cacimbo pode ser local de provas nucleares”, revelava a construção de poço para testes nucleares no Pará, pela Aeronáutica.

A história teve grande repercussão e o poço foi fechado. A notícia foi capa da Folha em 86, porém, não foi assinada por Elvira. O jornal achou melhor não divulgar o nome do repórter.

Em 1989, já na Folha, se tornou acionista da Petrobrás para entender melhor sobre o funcionamento da empresa. Já em 2000, quando a Oi iniciou o processo de compra do portal iG, ela fez a mesma coisa e tornou-se acionista da Oi.

Recebeu em 2008 o Prêmio Esso de Jornalismo pela reportagem “Universal chega aos 30 com império empresarial”, aonde relatava rede de empresas da Universal, que orientou seus fiéis a entrarem com ações judiciais contra a jornalista e a Folha. Três anos depois, Elvira deixaria o veículo.

Em 2016, depois de cinco anos longe das redações, Elvira publicou uma longa reportagem multimídia na Agência Pública sobre concessões de TV na Amazônia Legal. Ela continua produzindo pautas e alega que “se você é repórter e vê um fato, não pode ignorar. Sempre carrego na bolsa gravador, o bloco de anotações e caneta. Nunca perdi esse hábito”.

A sessão de homenagens à Elvira Lobato será durante o décimo primeiro Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, no dia 23 de junho, em São Paulo. No evento, um mini documentário sobre a carreira da jornalista vai ser exibido. 

quinta-feira, 31 de março de 2016

TV Digital: Uma discussão que é adiada junto com a lei


Muitos questionamentos devem ser feitos antes de se desligar completamente o sinal analógico. Será que todas as emissoras pequenas tem o suporte para transmitir em sinal Digital?


Se a resposta for negativa, pode acontecer um fenômeno prejudicial para a cultura brasileira. Algumas redes regionais de TV passariam a exibir somente conteúdo nacional, fazendo com que as culturas regionais fiquem mais fracas e as pessoas assistam programas que só falam do eixo Rio-São Paulo.

Outro questionamento é as pessoas que não têm condições de comprar um aparelho digital e tampouco uma TV Digital. Elas ficarão sem acesso à Televisão?

Bom, talvez isso possa ser um lado bom, já que, a programação da TV Aberta brasileira deixa muito a desejar no aspecto qualidade de informação.

O mais urgente de tudo isso, é que de acordo com a nova lei, temos até o início do ano que vem para "digitalizar" todo o território nacional.

Vamos conseguir?

quinta-feira, 24 de março de 2016

Engajamento jornalístico nas redes sociais: Zero Hora lidera

Ilustração: Blog Perguntas para Tags
O engajamento nas Redes Sociais é essencial para os jornais impressos. Mostra que a credibilidade das empresas jornalísticas não está comprometida.

Há pouco tempo os meios de comunicação tradicionais perceberam que a internet é, de fato, o futuro das notícias, mas, antes tarde do que nunca.

Resta agora para os pesquisadores da área de Comunicação analisar como estão sendo feitas essas divulgações. Se pura e simplesmente um copia e cola, ou se há uma preocupação em tratar a linguagem para os novos meios.

Leia a matéria do Portal Comunique-se.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Afiliada do SBT aposta em Webjornalismo

O webjornalismo vem ganhando força nos meios de comunicação. Cada vez mais, as emissoras estão investindo em conteúdos on demand. As iniciativas jornalísticas para atualizar as plataformas  são louváveis, mas ainda precárias.

Talvez falte alguma iniciativa no estilo on demand voltada exclusivamente para o jornalismo.

A afiliada do SBT no Paraná, controlada pela família Massa está lançando um portal para cobrir notícias da região. 22 jornalistas foram contratados para o portal.

Acesse a matéria do Portal Comunique-se.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Venha praticar jornalismo com a gente!

A Ajo está com vagas para monitoria remunerada (bolsa parcial) e voluntária. 
Aqui, o estudante desenvolve todo o aprendizado que obtém em sala de aula, realizando a cobertura de diversos eventos promovidos pela USCS, praticando diariamente a linguagem radiofônica, produzindo matérias para nossas mídias online, e claro, para diversos programas da Plug Rádio USCS! 

Nós trabalhamos bastante mas também nos divertimos muito!

Obs: temos cafeteira e uma máquina de pipoca.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Encontro defende fortalecimento da Comunicação Regional

O Brasil é um país Continental. Cheio de diferenças. É um crime as pessoas da região Norte, por exemplo, não se sentirem representadas na televisão. Os veículos estão se transformando, cada vez mais, em mercadoria. Mesmo os de porte pequeno, das cidades mais afastadas.

O jornalismo comunitário é capenga no Brasil e atitudes como essa servem para (tentar) manter vivas várias culturas regionais, que poderiam ser reforçadas por meio dos meios de comunicação.

Leia a matéria do Portal Comunique-se sobre o encontro, clicando aqui.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Livro: Crônicas de Repórter


“Crônicas de Repórter” é um livro dos anos 90 escrito por Pedro Bial. Ele conta o que se passa por trás dos bastidores das suas principais reportagens e histórias de guerras, além de pensamentos dele sobre a vida e o mundo, voltados para os oito anos em que Bial foi correspondente internacional para a TV Globo.

Dentre as muitas crônicas de coberturas destacam-se a queda do Muro de Berlim e  queda do regime Comunista nos países do Leste Europeu, além do golpe de estado na Rússia que derrubou o regime soviético. Aliás, Bial e seus colegas foram uma das únicas equipes a conseguir entrar na Rússia. Detalhes que não entraram nas matérias para a televisão.

O livro também conta com o furacão no Japão, a morte do Ayrton Senna e histórias de coberturas de Olimpíadas e Copas do Mundo. Tudo isso em uma linguagem simples e de fácil compreensão, por vezes engraçada, que empolga e encanta quem é apaixonado pelo mundo jornalístico. 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Procura-se jornalistas!

Dizem por aí que o ano só começa após o Carnaval, sendo assim, muitas empresas já estão em busca de estagiários e as primeiras vagas do ano já estão surgindo!

Aos estudantes de jornalismo, se liguem nessas duas ótimas oportunidades:

ESTÁGIO EM ASSESSORIA DE IMPRENSA
Para empresa que possui clientes nas áreas de decoração, saúde, esportes e indústria.
É necessário residir no ABC. Salário R$ 600. Informações e e-mail com currículo devem ser enviados para agenciacaro@agenciacaro.com

ESTÁGIO EM AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO
A Agência INSANE, de São Caetano do Sul, que foi criada e é dirigida por ex-alunos da Escola de Comunicação, procura estagiário para seu núcleo de conteúdo. O perfil esperado é de uma pessoa que seja interessada, saiba escrever e queira aprender. O período de trabalho é de 6 horas diárias, com salário de R$ 800. E-mails dos interessados devem ser enviados para gustavo@sejainsane.com.br

Enviem seus currículos, torçam os dedos e boa sorte!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Crise ética no jornalismo causa "vergonha alheia"

Créditos: Reprodução
O incidente envolvendo o jornal mineiro Edição do Brasil e o jornalista e Doutor em Ciência Política Leonardo Sakamoto demonstra a falta de credibilidade que os veículos dão para o setor de apuração, uma das premissas do bom jornalismo. Essa falha ética mostra como as entrevistas por e-mail também têm de ser revistas, principalmente quando sendo intermediadas por assessoria de imprensa.

Outra discussão que pode ser tirada desse ponto é até que ponto um assessor de imprensa pode falar pelo entrevistado. Na verdade, isso não deveria acontecer de forma alguma, mas, episódios como esse mostram que é um problema muito real e presente no cotidiano jornalístico.

Erro de interpretação, falta de apuração ou má-fé. Não importa. Deve-se abrir uma investigação para saber de onde veio mais esse erro grave na imprensa brasileira. E nós da Academia devemos refletir o por quê de erros assim acontecem com profissionais no mercado de trabalho.

Há de se temer que a contaminação da pós-modernidade de Bauman esteja afetando a ética dos profissionais da imprensa e também de assessoria, que, sedentos pela notícia e pela resposta rápida cometem erros do tipo.


Leia a matéria do Portal Imprensa