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terça-feira, 6 de maio de 2014

Conselho de Comunicação Social debate violência contra jornalistas

Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência Ideli Salvatti
  O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional realizou na ultima segunda feira uma audiência publica interativa para debater a violência feita contra jornalistas, radialistas e comunicadores em geral. O debate contou com a presença da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, Ideli Salvatti e do vice-presidente da Federação Internacional dos Jornalistas, Celso Augusto Schröder.

  Para a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), as agressões contra os profissionais de imprensa não colaboram com a luta pela democratização da informação. A entidade repudiou as agressões sofridas por jornalistas, sobretudo durante o exercício profissional.


  Entre os convidados estão à secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Maria Filomena de Luca Miki; o diretor-geral da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert), Luís Roberto Antonik; e o coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert), José Antônio Jesus da Silva.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Crimes contra jornalistas passam a ser federalizados

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional aprovou ontem (01/04), uma moção de apoio ao Projeto de Lei 1.078/2011, que estabelece a participação da Polícia Federal nas investigações, federalizando os crimes contra jornalistas.

Na moção, o conselho sugere ao autor do projeto de lei, deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP), que a iniciativa explicite a proteção a radialistas e todos os que praticam a atividade jornalística. O CCS solicitou rapidez na tramitação do projeto.
A moção foi elaborada pelo conselheiro José Catarino do Nascimento, representante dos radialistas. Segundo José Catarino, um levantamento pelo pela Federação Nacional dos Radialistas mostrou que os assasinatos dos profissionais dessas áreas nos últimos dois anos, podem estar relacionados a vinganças motivadas por denúncias.
O acordo com o texto original do projeto, a participação da Polícia Federal nas investigações ocorrerá se houver "omissão ou ineficiência das esferas competentes".