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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Presença feminina nos debates

Foto: Divulgação
Para ter um debate de alto nível, é necessário um bom mediador, e neste caso, uma boa mediadora. Dos debates que aconteceram nas principais emissoras de TV na cidade de São Paulo, as mulheres tiveram mais presença nesta função.

A Band, sempre mantendo sua tradição, realizou o primeiro debate entre os candidatos de São Paulo com apresentação do Boris Casoy. Já a Rede TV inovou e, Mariana Godoy e Amanda Klein, foram as mediadoras do debate. A jornalista Maria Lydia Flandoli cumpriu esse papel pela TV Gazeta. 

Chegando aos últimos debates realizados, o SBT teve comando de Carlos Nascimento. A Rede Record foi representada pela Adriana Araújo. Por fim, César Tralli foi o mediador da TV Globo. 

Se formos comparar, 3 (Rede TV, TV Gazeta e Record) emissoras tiveram mulheres mediando os debates e 3 (Band, SBT e Globo) com homens. 

Nos anos 90 era difícil ou quase nulo de se ver mulheres apresentarem programas de debates. Há algum tempo, isso têm mudado e a tendência é só crescer.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Com duas mulheres no comando, Rede TV tem bons resultados em debates

A Rede TV resolveu inovar nos encontros entre os políticos, com duas jornalistas no comando e com interação em tempo real com o público pelas redes sociais, a emissora tem obtido bons resultados nos debates eleitorais. 

Em parceria com a Veja e o portal UOL, o canal já exibiu confortos com os principais candidatos às prefeituras de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. 

Para moderar os debates, até agora, a Rede TV deixou Amanda Klein, do 'RedeTV News' e Mariana Godoy, do talk show semanal ' Mariana Godoy Entrevista'.

No debate dos candidatos de São Paulo, houve transmissão ao vivo via Facebook, garantindo que o internauta pudesse participar ao vivo fazendo perguntas e dando opiniões. 

No Facebook, o encontro promovido com os concorrente à prefeitura do Rio de Janeiro, alcançou 1,6 milhão de pessoas. Em Belo Horizonte, o evento teve destaque no Twitter, chegando a ser um dos assuntos mais comentados no país. 
Debate com candidatos à prefeitura de Belo Horizonte - Rede TV

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Carlos Nascimento é o apresentador do debate dos presidenciáveis no SBT

Nesta segunda-feira (01) o SBT, em parceria com o jornal Folha de S.Paulo, o portal UOL e a rádio Jovem Pan, realiza o segundo debate entre os candidatos a presidência do Brasil, sob o comando do jornalista Carlos Nascimento. 

O evento terá transmissão ao vivo pelo canal, às 17h45, e contará com a participação de Dilma Roussef (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Eduardo Jorge (PV), Pastor Everaldo (PSC), Levy Fidelix (PRTB) e Luciana Genro (PSOL).

O debate terá uma hora e quarenta minutos e será dividido em quatro blocos com três intervalos comerciais.


Para mais informações, clique 
aqui.


terça-feira, 6 de maio de 2014

Conselho de Comunicação Social debate violência contra jornalistas

Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência Ideli Salvatti
  O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional realizou na ultima segunda feira uma audiência publica interativa para debater a violência feita contra jornalistas, radialistas e comunicadores em geral. O debate contou com a presença da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, Ideli Salvatti e do vice-presidente da Federação Internacional dos Jornalistas, Celso Augusto Schröder.

  Para a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), as agressões contra os profissionais de imprensa não colaboram com a luta pela democratização da informação. A entidade repudiou as agressões sofridas por jornalistas, sobretudo durante o exercício profissional.


  Entre os convidados estão à secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Maria Filomena de Luca Miki; o diretor-geral da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert), Luís Roberto Antonik; e o coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert), José Antônio Jesus da Silva.

sábado, 15 de dezembro de 2012

O jornalismo 'mais do mesmo' e a ânsia por novidades


Você sabe dizer quais são as principais diferenças entre a poupança velha e a nova?
É verdade que se mais de 80% da população de um local votar em branco ou nulo, as eleições são anuladas?

Falar de economia e política é difícil. Surgem sempre várias dúvidas nessas áreas e muitas vezes nos deparamos com "polítiquês" ou "economês", idiomas próprios que dificultam o entendimento das matérias jornalísticas destes segmentos.

Você sabe qual o impacto do rendimento ou queda da bolsa Nasdaq na sua vida? Por que essas informações aparecem diariamente no Jornal Nacional?



No decorrer deste semestre de jornalismo, tive contato com diversos profissionais da área que disseram sempre a mesma coisa: as pessoas não gostam de falar sobre economia e política. Particularmente entendo isso porque um dos motivos em que optei por estudar jornalismo foi fugir de núnemos. Índices econômicos? Ah, por favor!

O problema é que conforme mais pessoas negam, menos pessoas entendem essas informações e conseguem passar aos demais. E isso gera uma corrente, uma corrente do 'mais do mesmo' no qual as notícias parecem sempre as mesmas e o entendimento é quase nulo.

Devido às recusas, os veículos de comunicação vão buscando pessoas dessas áreas para exercer o papel que o jornalista não quer fazer. São economistas e estudiosos políticos com pleno conhecimento nesses segmentos, mas com um linguajar técnico e não jornalístico. Ou seja, o economista fala para o economista, o estudioso para o estudioso.

É culpa deles? Não, é culpa do atual jornalismo.

O fato é que o jornalismo está ávido por novidades e as áreas econômica e política, principalmente.
Alguém que consiga traduzir esses linguajares técnicos e que busque aproximar essas áreas ao público e muito bem-vinda.
O problema é que para ingressar nesses segmentos é necessário estudar, estudar além do que é jornalismo.

Entre ler um livro e acompanhar a Bovespa, o que você prefere?

Pois é. O jornalismo busca o novo e talvez seja a nossa hora de inovar também.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Fotojornalismo em situações de conflito é tema de encontro em São Paulo

O dia em que o atentado às Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, completa 11 anos, é o mesmo em que acontecerá o encontro para discutir o “Fotojornalismo em Situações de Conflito”. Realizado pelo Mackenzie, o evento será mediado pelo professor Alexandre Huady, diretor do Centro de Comunicação e Letras da universidade e organizador do livro Uma foto vale mais que mil palavras, que discute a Guerra do Vietnã.

Da esq. para a dir.: Apu Gomes, Joel Silva e Epitácio Pessoa
O debate faz parte da quarta edição da Série Encontros Arfoc/Mackenzie e tem como objetivo discutir as dificuldades encontradas para a cobertura jornalística de conflitos e guerras, tanto no Brasil como em países que sofrem com conflitos internacionais ou urbanos.

Participarão do evento os fotojornalistas Epitacio Pessoa, que cobriu a rebelião do Carandiru em 1992 e atua desde 1991 no Grupo Estado; Joel Silva, que trabalha na Folha e presenciou a deposição de Manuel Zelaya da presidência de Honduras em 2009; e Apu Gomes, que, atualmente, desenvolve projeto fotográfico sobre a Cracolândia em São Paulo também para a Folha.

A palestra, gratuita e aberta ao público, acontece no próximo dia 11 de setembro, às 19h30, no auditório Reverendo Wilson (11º andar) do prédio do Centro de Comunicação e Letras (CCL) da UPM, em São Paulo. Para assistir ao evento, é necessário se inscrever pelo e-mail arfoc-sp@arfoc-sp.org.br

Evento sobre abordagem de suicídio na mídia terá jornalistas de Globo e Record

Valmir Salaro, repórter e apresentador da Rede Globo
Em parceria com a ESPM, o Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza na próxima segunda-feira, 10, debate sobre como a mídia aborda o suicídio. O encontro acontece em São Paulo, na Vila Mariana, às 19h30, no auditório da faculdade e terá a presença de jornalistas de Rede Globo, TV Record e Folha de S. Paulo. 
“A Dificuldade da Abordagem do Suicídio na Mídia”, discutirá os dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em que revela os números de pessoas que tentam tirar a própria vida todos os anos, tanto no Brasil como ao redor do mundo, além do  papel da mídia para comentar sobre os casos. 
Repórter da TV Globo e comentarista da CBN, André Trigueiro mediará o debate que contará  com a participação de Valmir Salaro, apresentador e repórter da TV Globo; Suzana Singer, ombudsman da Folha de S. Paulo; Cláudia Collucci, repórter especial da Folha; Afonso Monaco, repórter especial do portal R7, e Rosana Hermann, gerente de Inovação do R7.com e comentarista de rede sociais e do 'Jornal da Record News'.