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terça-feira, 6 de maio de 2014

Conselho de Comunicação Social debate violência contra jornalistas

Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência Ideli Salvatti
  O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional realizou na ultima segunda feira uma audiência publica interativa para debater a violência feita contra jornalistas, radialistas e comunicadores em geral. O debate contou com a presença da ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Republica, Ideli Salvatti e do vice-presidente da Federação Internacional dos Jornalistas, Celso Augusto Schröder.

  Para a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), as agressões contra os profissionais de imprensa não colaboram com a luta pela democratização da informação. A entidade repudiou as agressões sofridas por jornalistas, sobretudo durante o exercício profissional.


  Entre os convidados estão à secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Maria Filomena de Luca Miki; o diretor-geral da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert), Luís Roberto Antonik; e o coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert), José Antônio Jesus da Silva.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

14 profissionais de imprensa são agredidos durante manifestação em São Paulo

O último protesto contra a Copa do Mundo no Brasil teve 14 jornalistas agredidos, de acordo com a Abraji, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. Realizado no centro de São Paulo, o ato contou com mais de 100 integrantes da “tropa do braço” da Polícia Militar.

A associação também afirma que a maior cidade do Brasil é também a mais perigosa para quem cobre protestos, e o curioso é que a Polícia Militar não se pronunciou a respeito dos dados divulgados.

Veja a lista da Abraji sobre os jornalistas agredidos durante o último protesto realizado em São Paulo:
Bruno Santos (Terra) = atingido por golpes de cassetete; sofreu torção no tornozelo.
Sérgio Roxo (O Globo) e Victor Moriyama (freelancer) = agredidos e detidos.
Bárbara Ferreira Santos (Estadão), Fábio Leite (Estadão), Felipe Larozza (Vice.com), Paulo Toledo Piza (G1) e Reynaldo Turollo (Folha) = detidos, ficando sob domínio da polícia no período que variou de alguns minutos a aproximadamente três horas.
Alexandre Capozzoli (Grupo de Apoio Popular), Alice Martins (Vice.com), Amanda Previdelli (Brasil Post), Evelson de Freitas (Estadão), Mauro Donato (Diário do Centro do Mundo) e Tarek Mahammed (Rede de Fotógrafos Ativistas) = agredidos com cassetetes, golpes de escudo ou chutes.
Fonte: Portal Comunique-se 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Senado quer mais segurança para imprensa

Optar pela profissão de jornalista é uma escolha um tanto quanto perigosa, visto que assim como em algumas outras áreas, existem momentos em que o profissional arrisca a vida para fazer algumas reportagens, críticas, coberturas de fatos, manifestações, eventos, entre outros.

A morte do cinegrafista Santiago comoveu boa parte da população e gerou repercussões inclusive com o presidente do Senado, Renan Calheiros, que destacou a necessidade de um rápido esclarecimento do fato e punição exemplar dos culpados, uma vez que é inadmissível qualquer modo de intimação ao trabalho dos jornalistas e à liberdade de expressão.

O Senador Rodrigo Rollemberg, mencionou que garantir a segurança para os profissionais enquanto fazem as coberturas jornalísticas é algo imprescindível e que o Congresso vai “fazer sua parte” para que esses episódios não se repitam.
A iniciativa dos senadores em se preocuparem com a segurança da imprensa demonstra que, da mesma maneira que qualquer outra profissão sujeita a expor a vida do trabalhador merece uma segurança reforçada, o jornalistas também tem direito a isso. Pois ainda que esse problema persista em inúmeras profissões, já é significante qualquer modo de reconhecimento e intenções de melhorias.
Fonte: Portal Comunique-se

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Polícia é responsável por 75% das agressões a jornalistas


Pesquisa realizada pela Associação Brasileia de Jornalismo Investigativo (Abraji) -, aponta que Agentes da Força Nacional e policiais são responsáveis por 75,5% das agressões contra jornalistas durante a cobertura de manifestos. O dado resultado pela Abraji contabilizou pelo menos 102 casos de violência até o momento.


Violência contra jornalistas foi debatida em evento dessa última segunda-feira (28). O assunto foi abordado durante manifestação contra agressões a jornalistas, em São Paulo. O ato reuniu profissionais da imprensa na praça Roosevelt, no centro da cidade. Segundo as informações, de todos os casos de violência, 77 partiram da polícia. Outros 25 episódios são de responsabilidade dos manifestantes.


Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Guto Camargo comentou na ocasião que "desde a ditadura não acontecem tantos atos contra jornalistas. A agressão pelo Estado não pode ser tolerada porque é obrigação dele proteger o trabalho do jornalista".  



Secretário da Associação dos Repórteres Fotográficos de São Paulo (Arfoc) e Adriano Lima, que foi ferido na manifestação de semana passada, afirmaram que é preciso ter melhor identificação à imprensa e defenderam a realização de treinamentos para jornalistas e policiais. A planilha com todas as informações sobre profissionais atingidos durante as coberturas pode ser vista neste link.

Fonte: Comunique-se. 


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aumenta índice de violência contra jornalistas


Profissionais que colocam suas vidas em risco por conta do trabalho é um fato que ocorre de maneira constante na sociedade, inclusive com os jornalistas que para cobrir uma pauta ou transmitir uma noticia com êxito se arriscam em situações perigosas.

O Relatório para a liberdade de Imprensa 2012-2013, elaborado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), apontou um aumento de 172% de casos contra a atuação de jornalistas no Brasil, somando desde outubro de 2012 a setembro de 2013 um total de 136 registros de ameaças, censura e agressões a profissionais.

Poder exercer a liberdade de expressão e de Imprensa no país é algo que, conforme os resultados citados acima contém falhas, mesmo diante de todo o contexto histórico enraizado nessa questão.

Comparado ao índice de violência do pais, esse número não é tão grande, entretanto, tendo como base os índices dos anos anteriores, o caso é alarmante. 


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Desabafo fotográfico


O quarto ato em uma semana contra o aumento da passagem de ônibus em São Paulo, nesta quinta-feira, 13, teve, mais uma vez, confronto entre manifestantes e a polícia. Bombas de gás lacrimogêneo atingiram moradores, pedestres, jornalistas e passageiros de ônibus na Consolação, no centro da capital.

Veja algumas fotos:

Manifestação contra o aumento da tarifa dos ônibus em São Paulo
Foto: Folhapress
Ação da PM contra fotógrafos e cinegrafistas nos protestos de hoje passará por investigação, anuncia governo do Estado.
Foto: Rodrigo Paiva/Estadão Conteúdo

Repórter Giuliana Vallone da Folha de São Paulo é baleada no olho por PM que atirou bala de borracha contra ela. Ato ocorreu no protesto contra o aumento na tarifa de ônibus.
Foto: : Diego Zanchetta/Estadão

Isso é liberdade de imprensa?
Isso é abuso de poder?
Isso é um protesto pacífico?
Isso é um direito de manifestação contra o que não agrada?
Isso é um país democrático e livre da ditadura?

E você? O que pensa?  O que sente? O que vê? Lembre-se tudo tem os dois lados da moeda.
Escreva, participe, comente. Se liberte. Se expresse.