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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Estudo aponta confiança do brasileiro no jornalismo impresso

O Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasi), resultado de pesquisa realizada pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que 45% dos brasileiros afirmam confiar mais em veículos de comunicação impressos. Levantamento feito entre 2014 e 2015 aponta que a mídia impressa possui, junto à população, credibilidade superior a outros meios de divulgação, como os digitais, por exemplo, com índice de 42%.

O estudo avaliou ainda a confiabilidade em outras instituições. As Forças Armadas ficaram em primeiro lugar, com índice de 68%, (acréscimo de 4 pontos percentuais em relação ao ano de 2014). Em seguida, vem a Igreja Católica, com 57%.
O panorama indica que, apesar dos adventos tecnológicos e da instantaneidade de divulgação de informações pela internet, a mídia impressa tradicional, muitas vezes considerada ultrapassada entre meios de comunicação, ainda é a mais acreditada pelos leitores.

Foram entrevistadas 1.650 pessoas, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal. O índice de confiança é de 95%.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Plugado na Sala, com Programa Prazer por Prazer

Plugado na Sala

Neste programa: Contos Prazer por Prazer

Confira:





Fique atento, o Plugado na Sala volta em agosto. 












Enquanto isso, você confere as reprises das melhores edições na nossa programação!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Jô entrevista presidente Dilma Rousseff, em edição especial

O entrevistador e sua equipe foram até Brasília para entrevista com a presidente

Especialmente na madrugada de sábado (13), às 0h40, Jô Soares não estará na sua habitual poltrona e no estúdio tão conhecido, o apresentador seguiu para a capital federal brasileira para encontrar com Dilma Rousseff. 

Na entrevista feita no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, a presidente comenta sobre seu segundo mandato e a crise financeira pela qual o Brasil passa atualmente. O que chamou a atenção é por ser a primeira vez que Dilma concede entrevista ao talk show no cargo do Executivo. Ela já havia participado uma vez, em 2008, quando ainda era ministra-chefe da Casa Civil. 

Foto: Roberto Stuckert Filho
A exibição da entrevista acontece logo após a realização do 5º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, que acontece em Salvador até sábado. A legenda fez questão de documentar, no evento, a insatisfação com medidas adotadas pelo poder Executivo, principalmente no âmbito econômico. 

(Com informações do Portal Comunique-se)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

ONU condena a violência contra jornalistas

No fim do mês de maio, a Organização das Nações Unidas, por meio de seu Conselho de Segurança, aprovou, em decisão unânime, a resolução que pede maior proteção aos jornalistas que atuam em zonas de conflitos ou guerras. 

A resolução convoca, ainda, os Estados a tomarem medidas que assegurem a responsabilização dos crimes cometidos contra jornalistas, profissionais da mídia e equipe associada, em situações de conflito armado. 

Segundo o documento, o trabalho da mídia livre, independente e imparcial constitui um dos fundamentos essenciais das sociedades democráticas. 

O vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson, voltou os olhos às questões e acontecimentos recentes de violência bruta, “Os assassinatos recentes de jornalistas têm recebido ampla atenção em todo o mundo, incluindo a morte brutal de representantes da mídia ocidental na Síria”, disse Eliasson. “No entanto, não devemos esquecer que 95% dos assassinatos de jornalistas em conflitos armados envolvem jornalistas locais, que recebem menos cobertura da mídia”, completa o vice-secretário. 

Na ocasião, Cristophe Deloire, do Repórteres Sem Fronteiras, pediu a criação de um representante especial na ONU, para a proteção dos jornalistas, lembrando que 90% dos crimes contra jornalistas, no mundo, permanecem impunes. 

Foi discutida também a liberdade de imprensa nas áreas conflituosas, que impactam nas atividades e práticas da informação e limitam o fluxo das mídias e meios de comunicação. Tal atitude compromete o Estado de Direito e a democracia, segundo a Organização. 

No site especial da ONU, Segurança de Jornalistas, é possível acompanhar as novidades e ações voltadas para o tema. 

(Com informações das Nações Unidas do Brasil)

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Para você, que se prepara para ser jornalista

São duas horas da madrugada de uma fria quinta-feira de maio. Na cama, Thiago não consegue pegar no sono. Na mente, todos os textos para revisar, a matéria especial sobre a Legalização da Maconha que ficou pela metade, o medo de enfrentar a marcha que acontece no dia seguinte, as contas acumuladas ao lado do telefone e o sono perdido.

Aos 29 anos, em plena construção de sua carreira, ele recorda o momento em que escolheu o Jornalismo como profissão. Na época já conhecia as dificuldades que enfrentaria. Foram tantas as vezes que ouviu os professores mais próximos, no ensino médio, pedindo (alguns implorando) para que ele mudasse de ideia e optasse por Letras ou História, suas outras grandes paixões, e se tornasse professor.
Mas Thiago nunca pretendeu lecionar. Sonhava mesmo é com uma vida sem rotina, cheia de aventuras – embora hoje, ele pense duas vezes antes de se aventurar.

De lá para cá, foram muitas noites sem dormir, horas extras (nunca pagas) na redação , fontes implicantes, matérias cortadas por editores e férias perdidas. “Será que tudo isso valeu a pena?”, se indaga enquanto revira na cama. A foto da namorada sorrindo na mesa de cabeceira chamou a atenção. Ela, também jornalista, segura nas mãos o prêmio que conquistou em um concurso de fotografia.

Trabalhar numa grande redação nunca foi problema para Thiago, na verdade, sempre foi seu sonho. E se era aventura que ele desejava, não tinha por que reclamar agora. O Jornalismo lhe proporcionou viagens, grandes coberturas, amizades verdadeiras e o amor à profissão. Tudo isso em meio a muitos erros gramaticais no início da carreira, vários pisões no pé durante coletivas de imprensa, empurra-empurra em busca da fonte ideal e uma cansaço sem igual.

Sempre existirão obstáculos e desafios no caminho de quem almeja algo na vida. “Rotina? Ela não existe para você, jornalista”, ironiza Thiago. “Existe uma hora para chegar na redação, mas o trabalho nunca termina. Não pense que isso é falta de organização ou responsabilidade, você pode ter o seu dia planejado, mas isso não quer dizer que ele será como o imaginado“, conversa consigo mesmo como se aconselhasse um jovem universitário.

O dia a dia do jornalista é cheio de surpresas, nem sempre boas. É preciso amor, paixão e comprometimento. Ah, um pouco de cara de pau também ajuda. Portanto, deixe de lado a vergonha e a timidez. E tenha muita, muita paciência. Thiago sabia de tudo isso e tentou se preparar ao máximo, mas ninguém está realmente pronto. Aos poucos, com a experiência e o tempo é que se aprende.


Enfim, ele consegue cair no sono, sabendo que o dia seguinte será longo e com a certeza de que tudo o que viveu, as histórias que ouviu e que contou, as vezes que seu nome saiu estampado nos jornais e, principalmente, o reconhecimento das pessoas, tudo isso valeu a pena. A vida lhe fez jornalista – e para ele não havia nada melhor, apesar dos sacrifícios. 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Rede Jornalistas Livres tem festa de lançamento

Teatro, música e circo marcam o lançamento da rede de jornalismo independente Jornalistas Livres 

A festa do lançamento oficial da rede que defende a democracia e os direitos humanos acontece no domingo (24), às 15h, na Praça das Artes, em São Paulo. 

Os Jornalistas Livres relatam os abusos sociais quanto aos direitos humanos, acompanham e fiscalizam as políticas públicas. Os conteúdos publicados pelo grupo apresentam grande aprofundamento de questões sociais, humanizadoras, com uma dose crítica. 
Para participar do projeto ou colaborar financeiramente, entre em contato pelo e-mail jornalistaslivres@gmail.com ou pelo formulário

A Praça das Artes está localizada na Avenida São João, número 281. A entrada no evento é gratuita. 

Para conhecer mais sobre a rede, acesse o site oficial.

(Com informações do Portal dos Jornalistas

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Escravidão no Brasil em trilogia literária

O jornalista e escritor brasileiro Laurentino Gomes anunciou o lançamento de uma nova trilogia.

Autor dos livros 1808, 1822 e 1889, Laurentino Gomes prevê agora uma nova trilogia sobre a história do Brasil na época da Monarquia. O período, marcado pela escravidão, teve início no Brasil Colonial e seguiu até o Império, quando foi sancionada a Lei Áurea, em 1888, pela princesa Isabel.

Ao anunciar na sua página do Facebook os futuros livros, Gomes comenta a questão histórica da escravidão. “O Brasil foi o maior território escravagista do hemisfério ocidental por mais de 350 anos. Estima-se que, de um total de onze milhões de cativos africanos trazidos para as Américas, 40% tiveram como destino as senzalas brasileiras”, explica o jornalista paranaense.

O projeto é ambicioso e ocupará boa parte do tempo de Laurentino, segundo seu planejamento. O primeiro livro deve ser lançado em 2019. “A escravidão é o tema que vai dominar minha agenda pelos próximos seis ou sete anos. É um trabalho de longo prazo, para ser concluído em 2021 ou 2022, porque exige pesquisas exaustivas em bibliotecas, museus e centros de estudos no Brasil e em outros países”, comenta.

Vale lembrar também que diversas etnias foram submetidas à escravidão, e não somente os negros, como grande parte da população acredita. Índios e italianos também sofreram com esse processo desumano. Apesar da abolição ter sido oficializada há 127 anos, o trabalho escravo no Brasil permanece nos dias atuais sob outras formas: trabalho infantil, compulsório e em péssimas condições, como se observa no noticiário. 


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Ato Nacional contra demissões

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e Sindicatos da categoria convocaram os profissionais da área para um Ato Nacional contra as demissões.

O ato teve início na tarde de sexta-feira, no auditório do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e reivindica, além das demissões, a precarização das relações de trabalho e práticas antissindicais. Segundo a programação, depois da reunião no Sindicato, haverá ainda caminhada e manifestação em frente ao jornal Folha de São Paulo. 

Estão presentes no evento autoridades convidadas, além de entidades e todos os profissionais que apoiam a causa. A FENAJ orientou ainda que todas as bases sindicais da categoria vestissem preto nessa data, para promover a mobilização nacional. "Há uma ação articulada de caracterização de uma crise no setor que não existe e de irresponsabilidade social quanto ao emprego dos jornalistas", disse o presidente da Federação, Celso Schröder. Segundo ele, os balanços das empresas mostram que o lucro dos patrões não é nada desprezível. “Precisamos reagir e lutar em defesa dos nossos direitos, por isso convocamos a categoria a assumir e participar desta mobilização”, conclui.

Em Brasília, haverá também uma assembleia às 19h00, no auditório do Sindicado dos Jornalistas.  No Rio de Janeiro, o ato aconteceu às 13h00, na Cinelândia, em frente à Câmara Municipal. 

A mobilização nacional dos jornalistas busca discutir ainda as lutas da classe trabalhadora e do PL 4330, que amplia a terceirização e precariza o trabalho.

(Com informações da FENAJ e CUT).


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Por ser menina, fotografia com caráter social

Concurso de fotografia tem como tema a exclusão de meninas na América Latina.

A Plan Brasil, organização não-governamental humanitária, em parceria com a Agência EFE, realiza a IV edição do Concurso de fotografia Por ser menina, que promove a reflexão e discussão sobre como as meninas são vistas na sociedade e o processo de exclusão que sofrem, dentro da América Latina, incluindo a falta de liberdade e de direitos. 

O concurso possui três categorias: Profissional, Aberta e, Pequenos Grandes Fotógrafos (para meninos e meninas de até 17 anos). Ao todo, são 12 países participantes. 

Os interessados podem se inscrever até o dia 28 de agosto deste ano, e os vencedores serão anunciados no dia 11 de outubro, Dia Internacional da Menina, sendo um ganhador para cada categoria. O prêmio varia de cem até mil dólares. As fotografias serão publicadas e expostas nos países participantes e em um calendário. 

No Brasil, os interessados devem entregar as fotos por correio no endereço do escritório nacional da Plan Internacional Brasil, na Avenida Roque Petroni Júnior, número 1089 (sala 112, Brooklin Novo, São Paulo, CEP 04707.900), ou através do e-mail: porsernina2015@gmail.comO público tem a opção de escolher a sua fotografia favorita, por votação no Facebook. Saiba mais informações no site da Plan America.  

(Com informações do Portal dos Jornalistas)

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Bolsas de estudos em New York para jornalistas

Os profissionais de Jornalismo com pelo menos cinco anos de experiência podem se inscrever para bolsas de estudos em New York, pelo programa McGraw Fellowship for Business Journalism, na Faculdade de Pós-Graduação de Jornalismo da Universidade de New York.

Segundo o portal do programa, a iniciativa busca "reforçar a qualidade e profundidade da cobertura de notícias de negócios em âmbito global, ao fornecer formação, bolsa de estudo e apoio"Os jornalistas interessados devem ter fluência na língua inglesa e precisam apresentar uma pauta com até três páginas, através de inscrição on-line no sitedescrevendo a abordagem e o diferencial da matéria. Junto com o formulário de inscrição, é necessário enviar plano de relatório e cronograma.

Aqueles que forem selecionados recebem cinco mil dólares por mês, durante os três meses da bolsa de estudos. 

O prazo de inscrição termina no dia 15 de maio deste ano. 

(Com informações do Portal dos Jornalistas). 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Rádio CBN abre inscrições para prêmio de jornalismo universitário

A renomada rede de rádio abre inscrições para a sétima edição do Prêmio CBN de Jornalismo Universitário.
O objetivo é estimular, divulgar e prestigiar as reportagens produzidas por universitários do curso a cerca do tema "Mais tolerância, menos conflitos", de modo a aproximar esses jovens do mercado de rádio. O assunto pretende levar a uma reflexão sobre a sociedade atual, em que a competitividade se tornou tão acirrada. 
A proposta busca também contar as histórias sobre solução de conflitos que sejam relevantes à vida social. 
Para se inscrever, o estudante deve acessar o portal da Rádio CBN e enviar o seu trabalho. Podem participar somente alunos de faculdades que tenham o curso de Jornalismo reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
As categorias são: individual ou grupo (de até três pessoas). Só será aceito um trabalho por inscrito. Os materiais devem ser entregues até o dia 31 de julho deste ano. E o resultado saí no dia 1° de outubro.  Serão três colocações: o primeiro colocado terá direito a troféu; iPad; visita supervisionada para acompanhar o funcionamento da CBN em São Paulo, com as despesas de passagem e hospedagem pagas; veiculação do conteúdo na programação da rádio; e certificado de participação. As menções honrosas, para o segundo e terceiro lugar, também terão o material veiculado na rádio e certificados.
(Com informações da Rádio CBN). 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Rede coletiva Jornalistas Livres

Grupo de jornalistas inicia jornada em busca de um ideal: o jornalismo livre

O projeto, idealizado pelo amor à democracia e defesa dos direitos humanos, pensa o Jornalismo Livre “em contraponto à falsa unidade de pensamento e ação do jornalismo praticado pela mídia tradicional centralizada e centralizadora”. Essas palavras estão presentes no manifesto divulgado no site oficial #JornalistasLivres. O objetivo é que o ato de informar exista sem preceitos e preconceitos, e que a verdadeira intenção por trás das palavras seja dar ao leitor o subsídio para o conhecimento e a mente livre. Na rede, não existem cadeias para o pensamento, sem interferência de interesses econômicos e ideológicos.

À frente desse trabalho coletivo estão Laura Capriglione, Pedro Alexandre Sanches, Eduardo Nunomora, Renato Stockler e, os grupos: Midia Ninja e Fluxo.

"Não existem patrões ou linhas editorias. A busca é pela liberdade de se expressar, de opinar, de buscar os direitos da sociedade. Essencialmente, a luta por um lugar e legado melhores para as próximas gerações", afirmam os organizadores.

As reportagens publicadas pelo grupo, com uma boa dose de crítica, apresentam grande aprofundamento de questões sociais, humanizadoras. De fato, além de relatar outros pontos de vista, que muitas vezes não são tratados em um jornal tradicional . “Nosso jornalismo é afirmativo, jamais reativo ou reacionário. Não somos jornalistas contra, somos jornalistas a favor da justiça, do aprimoramento humano, da convivência em sociedade”, declara o manifesto. A busca pela palavra do especialista, da pessoa comum e do indivíduo esquecido, segundo o documento, mostra o interesse da rede em promover a comunicação como um fator social, formador de opinião e cobrador de justiça.

Os #JornalistasLivres acreditam "carregar a essência primária do jornalismo, o compromisso com a verdade".

Para conhecer mais o trabalho do grupo, clique aqui


segunda-feira, 30 de março de 2015

Repórter da Folha ministra palestra sobre cobertura da Operação Lava Jato

O repórter especial Mario Cesar Carvalho, do jornal Folha de S.Paulo, apresenta palestra na próxima segunda-feira (30) em que aborda a cobertura da Operação Lava Jato.

O jornalista que cobre a operação desde seu início pela Folha de S. Paulo, fala sobre a experiência de acompanhar um tema polêmico e de grande repercussão como este. A investigação da Polícia Federal foi deflagrada em março de 2014 e aborda esquemas bilionários de lavagem e desvios de dinheiros, entre a Petrobras, políticos de cargos importantes no país e algumas das maiores empreiteiras brasileiras. 

A palestra de Carvalho acontece no dia 30, às 20h, no auditório Nelson Carneiro, da Cátedra de Jornalismo Octavio Frias de Oliveira, no centro universitário Fiam-Faam campus Liberdade, que foi inaugurada em 2002 ao publisher da Folha, que faleceu em 2007.

O campus está localizado na Avenida Liberdade, número 899, no centro de São Paulo. 
Para participar do evento, o interessado deve enviar um e-mail informando nome e instituição de ensino para: jornalismo@fiamfaam.br.

(Com informações do jornal Folha de S.Paulo)

sexta-feira, 20 de março de 2015

Leitura jornalística: Histórias dos jornais no Brasil

O jornalista Matías Molina lança na próxima segunda-feira (23) seu livro Histórias dos jornais no Brasil, que aborda o início do jornalismo em terras brasileiras, desde o período colonial até a época da Independência do Brasil. A obra dá aos leitores a oportunidade de conhecer as formas como o jornalismo foi introduzido no Brasil.


O livro é a primeira parte de um projeto de trilogia que pretende relatar toda a história dos jornais, desde o princípio até os dias atuais, por meio de análises do desenvolvimento da imprensa e as causas da baixa inserção dos jornais na sociedade brasileira, por meio de pesquisas e do trabalho minucioso do autor. 

Histórias dos jornais no Brasil será lançado pela Companhia das Letras e terá um evento especial, às 19h da segunda-feira, na Livraria Cultura (Conjunto Nacional - Avenida Paulista 2073), em São Paulo, com a presença do seu autor.  

Espanhol naturalizado brasileiro, Matías Molina, autor do livro Os melhores jornais do mundo - Uma visão da imprensa internacional, foi editor-chefe na Editora Abril, editor de Economia na Folha de S. Paulo e correspondente em Londres e editor-chefe pela Gazeta Mercantil.
Imagem: Divulgação

(Com informações do Portal dos Jornalistas).